quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
domingo, 21 de dezembro de 2008
A Estrela de Belém
. É por estes dias que surge no céu o cometa que indica a direcção de Belém... possam os senhores do poder, não ver no sinal um aviso de perigos e incertezas, mas de uma renovada esperança. No olhar das crianças deste mundo, nem de estrela se trata, é sim o trenó do Pai Natal no seu percurso pelos distantes lares, que aguardam a magia das prendas surgidas às doze badaladas da noite... Recorde que nasceu um menino, e com ele um mundo novo... que por estes tempos, na era global, um novo planeta nasce e com ele uma nova consciencia - é a magia da progressão humana, a fantástica caminhada rumo ao futuro cheio de novas possibilidades - É o espírito do Natal! Construir um mundo novo... para todos, um Bom Natal!!!quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
As Torres de Babel
Os Direitos Do Homem, deviam consagrar primeiro – O Direito à Felicidade Humana.
O esforço económico da guerra, tanto para o Iraque arrasado nos seus alicerces, como para a América, prova ao presidente impreparado que a morte simples do ditador Saddan (inimigo principal do Bush pai) não traz a vitória e o tempo remanescente é de dúvida da acção militar com o fracasso na acusação das “armas de destruição maciça” inexistentes. Bin Laden consegue o impensável, atingir o coração do ocidente, o símbolo do império capitalista. Visto pelo lado do mundo oriental, o apelidado “grande Satã” caíu por terra, nas suas duas vertentes mais exaltadas – o poderio militar, e o financeiro. Mesmo com avisos do próprio, que atacaria os interesses americanos em todo o mundo, incluindo a bolsa, a América não fora previdente o suficiente para alterar o rumo, mantendo a força apontada para o dito “eixo do mal”, quando devia olhar para a fraqueza do eixo da pobreza e fome extrema. O presidente Bush (filho) apenas se preparou para questões internas, mal aconselhado na política externa, seguiu as contradições familiares na guerra pessoal contra o homem que desafiou vender o petróleo em euros, não em dólares, o Iraque. Uma questão de honra dirão os nacionalistas texanos, uma derrota em toda a linha geoestratégica dirão analistas e historiadores. Quantos ditadores tiveram a cobertura dos EUA, perguntarão todos os revoltados do mundo. Com o desequilíbrio da distribuição da riqueza mundial, o capital tornou-se selvagem, devorando o próprio sistema liberal. A evolução da humanidade marcará esta crise financeira como o inicio de novos paradigmas do século, com o fim do mundo … capitalista. Nostradamus profetizara o inicio deste fim - 1999. Doravante urge implementar uma nova harmonia, uma Nova Era de felicidade!
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
A Lobo A
Começou pel'O Esplendor de Portugal, e Pela Ordem Natural das Coisas exclamou:
O Meu Nome é Legião! E avisou no Livro das Crónicas - Não Entres Tão Depressa Nessa Noite, dando A Explicação dos Pássaros, porque a Memória de Elefante lembra até Os Cús de Judas, guarda o Conhecimento do Inferno e o Tratado das Paixões da Alma. No Fado Alexandrino desenhava-se o Auto dos Danados e As Naus, indagando-se Que Farei Quando Tudo Arde? D'este viver aqui em papel descripto - Cartas da Guerra, decerto ou talvez A Morte de Carlos Gardel. O Manual dos Inquisidores ensina na História do Hidroavião, a dizer Boa Tarde Às Coisas Aqui em Baixo... por isso, Eu Hei-de Amar Uma Pedra, mesmo porque Ontem Não Te Vi Em Babilónia, O Arquipélago da Insónia.
Eis o retrato, do trato nos títulos deste mestre que a tudo dão sentido... António Lobo Antunes.
Médico e Escritor, um Lobo entre dois A's.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Vogando na Onda dos Poetas
Olhando o céu pesado enevoento,
E interroguei, cismando, esse lamento
Que saía das cousas, vagamente...
Antero de Quental
defendia a poesia como "Voz da Revolução", como forma de alertar as consciências para as desigualdades sociais e para os problemas da humanidade.
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Nada no mar, salvo o ser mar, se vê.
Mas de se nada ver quanto a alma sonha!
De que me servem a verdade e a fé?
Se a alma nao é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Porn Infantil NO
terça-feira, 4 de novembro de 2008
American Dream

sábado, 1 de novembro de 2008
Guerra entre Irmãos
. Na Palestina a rotina diária é a sobrevivência... do outro lado do muro, Israel. Os noticiarios já nada dizem do estado de coma de Ariel Sharon, pouco se sabe dos planos israelita de ataque ao Irão, alvitrados por um Presidente imoral... e que sabemos dos ex-ministro condenado e do ministro acusado de crimes de guerra ?!) Na terra dos Jardins Suspensos da Babilónia, tudo parece suspenso... aguardando o desfecho do Apocalipse?! Ou é simplesmente o estertor do moribundo, ou as derradeiras lágrimas do povo de Deus, Israel, face à última afronta ao direito sagrado - o amor de pai - na aterradora imagem daquele pai, impotente, abraçando o filho na vã tentativa de o proteger das balas do exército israelita. O menino morreu, pelos certeiros tiros dos gólgotas, e o pai, ferido, enlouqueceu. A imagem, essa ficou, sentenciando o proclamado reino prometido aos filhos de Israel! Da TORAH (o livro sagrado) apaga-se a luz divina e o poder das armas exalta a lição de David e Golias, mas não pelo triunfo da justiça, sómente pela impotência dos mais fracos, face à prepotência da guerra entre-irmãos.sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Fórmula Evolutiva
.Thomas Friedman:em "The World is Flat" exprime a visão americana de como a America se sente ultrapassada pelo seu próprio conceito de "globalidade". Oiça o escritor visionário T. Friedman.
Que Energia Alternativa?
Em plena crise financeira, que começa com a especulação do preço do crude (nos planos americanos da pós-invasão do Iraque), urge uma pergunta sobre as energias alternativas; Porquê que ninguém fala das possibilidades da energia magnética?! De novos meios de transporte, já em fase de desenvolvimento em vários locais??Semelhante à Steorn, a Magnetic Power Inc. aponta duas alternativas ao mundo pelas palavras de James Hansen, NASA Goddard, stated (January 2, 2008):
"As a society we face a stark choice. Move on to the next phase of the industrial revolution, preserving and restoring wonders of the natural world, while maintaining and expanding benefits of advanced technology. Or ignore the problem, sentencing humanity and other creatures to struggle on an increasingly desolate planet.” link para ver artigo (MPI Home Page), de Abril, 30 de 2008.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Neve em Marte
sábado, 20 de setembro de 2008
Crise Financeira
A riqueza do mundo civilizado não pode ter por alicerce a exploração capitalista, com a acumulação dos bens que só na sua redistribuição garante o progresso dos povos. É a cultura da ignorância que impera no sector financeiro, pois a máxima do mercado (capitalista) mantêm as suas premissas - para existir mercado é preciso, Oferta e Procura. Não só o capital de investimento (riqueza acumulada) mas também poder de compra no acesso aos bens. Mas a "ganância" do enriquecimento rápido esqueceu a parte dos consumidores, no equilibrio do sistema, que agora se arruína... se não pela falência do sistema bancário, o fatal resultado ou crash financeiro, chegará com a natural evolução dos países emergentes!sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Espiga de Agosto

domingo, 15 de junho de 2008
O Milagre Pinóquio
domingo, 1 de junho de 2008
Petróleo em €uros
José Medeiros Ferreira, professor universitário,
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Maio da Liberdade

Da Liberdade, resta o caos do capitalismo, os sonhos foram "consumidos" pela sociedade da obesidade... é o resto do Maio de 68, um tsunami de lágrimas dos estudantes revoltados, que afoga todos os desprotegidos da terra. Sobra pouco do "proibido proibir" nas novas regras implementadas pela civilização do medo... ameaçadas com a farsa da penúria petrolifera. Os poderosos da economia engoliram os trovadores da vida, já pouco resta dos "cânticos dos cânticos" e nada mais sobra do hino da alegria. Todo o Ocidente se tolhe e esconde dos pobres de Africa, como se fechar os olhos à fome pudesse espelhar a igualdade dos direitos do homem. Quando Cohen Bandit foi expulso para o seu país natal (Alemanha), regressou a França com o cabelo pintado de loiro, clandestino, para que a revolução não esmorecesse... hoje a Fraternidade é pregão das armas, que pelo fogo, forjam democracias nos países conquistados, tal escravos da nova roma, súbditos dos novos reis das nações emergentes... e tudo isto acontece em júbilo, no ano dos jogos da paz. Do slogan anarquista "a imaginação ao poder" apenas resta quiçá, um poema de amor perdido nas dunas do Sahara, um alquímista proscrito na terras do conflito entre irmãos, ou de Maio, sómente, restam as flores de Gaia, amarelas, enfeitando a orla dos caminhos do homem rumo a uma civilização desconhecida e ameaçadoramenmte presente. É Maio que termina... um sonho que acaba. Outra divindade chegará, talvez Junho de cabelos pintados de vermelho, encarnando Marte, e empunhando a espada de Sansão possa vir reavivar aquela chama, que em 1968, mudou o mundo... agora que o mundo muda! O Mundo não é um paradigma... "é uma bola, colorida, nas mãos de uma criança".
quinta-feira, 15 de maio de 2008
OVNI's na Terra

quarta-feira, 14 de maio de 2008
Lei do Tabaco
Uma imagem vale mais que mil palavras - para quê tanta polémica? É Proibido, pronto!Os cafés perdem clientes, paciência... é a Lei! Sim, era melhor proibirem-se as substâncias nocivas no tabaco... pois, não incomodava ninguém, excepto a tabaqueira!
Sócrates e comitiva em voo sobre o Atlântico, longe dos olhares da ASAE, cometeram o pecado venial; fumar no avião. A TAP diz ser uma situação normal com “estas comitivas”. Os fazedores das leis deste país, fazem portanto, leis para os outros, para os pobres dos portugueses que no Aeroporto não encontram um único espaço para fumar. Assim se governa… e se governam os eleitos deste Portugal, cujo rumo de campanha parece ser a Venezuela. É um país rico de terceiro mundo, próprio portanto para candidatos à demagogia… “Fumar Prejudica Gravemente a sua saúde e a dos que o rodeiam” a não ser que, faça parte da “comitiva”. E… a TAP? A TAP não utiliza o ar climatizado para reciclar o ar, para não gastar mais combustível, mantendo assim os fumadores em hipertensão até à saída do Aeroporto! Absurdo, mas “politicamente correcto”(?!).
terça-feira, 13 de maio de 2008
Biblia do Livro
É a Biblia do Livro, a cultura do conhecimento posto ao alcance de todos, no mundo da Web. A simples inscrição e o acesso à troca, venda ou compra de livros , ganha assim o seu sentido próprio... Divulgar a cultura, sem intermediários.
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Revolução Global
terça-feira, 15 de abril de 2008
Magia de 15 Abril
terça-feira, 18 de março de 2008
D'o Assessor da Utopia
A foto da manifestação da função pública parece exemplificar o "estado" da situação do povo. Nem de frente nem pelas costas escapa da confusão reformista que pelo país grassa.O semanário SOL destaca uma notícia do assessor da Presidência da República, mr. David, que ainda baralha mais, a jogada da governação sem, ainda, uma forte oposição. Reina a confusão, até mesmo as "bases" confrontam os seus "notáveis" - os que das bases se destacaram, e juntando tudo isto, à posição de António Vitorino que "adivinha" um Rui Rio a liderar o PSD nas próximas eleições, como se Menezes fosse um "pequeno" e substituível Marques Mendes, hoje desaparecido das justas políticas, só resta a utopia... A última das ideologias.
segunda-feira, 10 de março de 2008
China Versus Tibete
Os Jogos Olimpicos na China trazem de novo a memória de um povo, amante da paz, anexado pela subjugação da tirania do mais forte, mas sempre de espirito livre e resistente... O Tibete.10 de Março - aniversário da revolta do povo tibetano, em 1959, contra a ocupação e repressão chinesa. O líder espiritual Dalai-Lama, refugiado na India, advoga uma Autonomia justa para com o povo Tibetano, só mesmo incompreendido pelo governo chinês, ficando a Europa que consentiu a independência do Kosovo, moralmente obrigada a apoiar este sábio homem da Paz...
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Lisboa Mete Água

Por vezes a entrevista programada… mete água.
E, respondeu assim a Rainha:
- Não são cheias, senhor, cheias da capital! São rosas de Portugal…
No dia da catástrofe, das cheias de Lisboa, e da Declaração da Independência do Kosovo, onde estavam os governantes do país? O Presidente estava nas areias tórridas da Jordânia a ver Petra, uma das 7 maravilhas do mundo – enquanto o pânico das cheias inundava a população lisboeta, sem que tivesse sequer sido alertada pela Protecção Civil, com a mínima antecedência – e, alertava o Presidente para a prematura decisão dos albaneses, que festejavam já o apoio dos EUA… na esperança que o Governo português ouvisse os ecos do deserto. Mas o 1º ministro, estava em directo na TV, falando das 4 reformas do Estado – dando ênfase, às reformas para o “bem da nação” – e, apesar de ter passado pelas estradas inundadas da capital, nem uma palavra sobre as cheias! É... apesar de já ter ocupado o cargo de ministro do ambiente, deixou que fosse o actual ministro da tutela a falar… a dizer, que a responsabilidade não era dele (governo), era das Câmaras e Juntas de Freguesia que não “limpam as sarjetas” – dirá um Eng.º., do saneamento! Pois!... nem os ecos do deserto chegaram à estação da SIC, nem, para o governo, parece que há temporal (dos piores desde 1983), mesmo quando transmitido em directo e pela mesma estação televisiva onde se senta o governante, no mesmo dia, para falar do país! Afinal, de que País?
“E esta, hein!” que saudades, Fernando Pessa, que saudades…
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Fiat Lux

"A Europa tem sede que se crie, tem fome de futuro.
A Europa está farta de não existir ainda! Está farta de ser apenas o arrabalde de si própria!
A Europa quer passar de designação geográfica a pessoa civilizada!
Proclamo isto bem alto e bem no auge, na barra do Tejo, de costas para a Europa, braços erguidos, fitando o Atlântico e saudando abstractamente o infinito!"
Cria-te Europa - Renasce da terra e transforma-te em alma.
Urge cumprir o desígnio, a união europeia é um passo para o fim das super-potências, arautos não eleitos para policiar o mundo. Portugal Europeu com a finalidade social, da melhoria de vida, das gentes que um dia partiram para o futuro, alargando os horizontes do mundo, na aventura da descoberta. Todos os povos são diferentes, mas é de igualdade a "fome" que Pessoa retrata, direitos iguais para gentes diferentes, e respeito de seus direitos sem obrigações... é de liberdade o desígnio, não de leis restritivas e condicionantes. Obrigações ditadas pela lei (sempre feita pelos homens) que não visem o bem comum, ou a liberdade do próximo, não passam do virar de costas para os seus. O manifesto é de civilização... aos governantes, "fazedores" da nova europa, pede-se o sacrifício do zelo pelo bem público - é essa a sua função, pública função, servir o cidadão. Quiçá contra os interesses de alguns, porventura de si mesmos, governo ou dirigente terá por sua pena, o sacríficio do zelo pelo bem comum... "de olhar fito no futuro". Por um amanhã, mais solidário, mais igual, mais brilhante que o cinzento baço político apenas parece discernir. Um candidato ao desígnio de governar, tem de abnegar de si próprio, para só servir o seu povo - a causa pública não é abstracto, é a realidade das condições de vida, que no dia a dia, os povos trilham, na escalada da montanha mais alta... subindo à civilização!
Ser europeu significa saber olhar um futuro, desprovido de guerras e de fome, iluminado pela chama da civilização.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Nunca Digas Nunca

Este Portugal Profundo tem coisas destas, a arte do saber surpreender... E António Balbino Caldeira apresenta de novo, um filme (já quase esquecido) para as estreias da ribalta política.
Às ordens de sua majestada, um regresso ao 2007, quando nos cinemas das pipocas, surge a resistência gaulesa perante o dominio de César com Astérix e Obélix (a inteligência e a força) em confronto aberto nos Jogos Olímpicos (arena de combate ideológico), contra a tirânia e a arrogância! A César o que é de César, mas a Heródoto o que é da História e a Sócrates o que deriva da Filosofia...
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Outros Tempos
Bandar Abbas (بندر عباس, em persa; antigo território português) fica no sul do Irão... e Portugal esteve mais além fronteiras, desde as descobertas de 1500, as terras de Viriato, redesenhadas por D.Afonso Henriques, expandiram-se com o Infante D.Henrique e Vasco da Gama sendo o maior império que o mundo conheceu... Outros tempos!
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
Festas Felizes
domingo, 9 de dezembro de 2007
Cimeira Euro-África

"Quando nasceu Afrodite, os deuses banquetearam, e entre eles estava Poros (o Expediente), filho de Métis. Depois de terem comido, chegou Pínia (a Pobreza) para mendigar, porque tinha sido um grande banquete, e ela estava perto da porta. Aconteceu que Poros, embriagado de néctar, dado que ainda não havia vinho, entrou nos jardins de Zeus e, pesado como estava, adormeceu. Pínia, então, pela carência em que se encontrava de tudo o que tem Poros, e cogitando ter um filho de Poros, dormiu com ele e concebeu Eros. Por isso, Eros tornou-se seguidor e ministro de Afrodite (a Vénus romana), porque foi gerado durante as suas festas natalícias; e também era por natureza amante da beleza, porque Afrodite também era bela."
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Era Planetária
As 4 eras da terra passaram... A 5ª idade (de que falou Fernando Pessoa), chegou... e com a Nova Era veio a nova consciência planetária. Aquário é o seu simbolo (signo), para compreendermos - os novos sinais do mundo - basta atentarmos à realidade diversa que nos cerca. Uns chamam-na de globalização, outros querem-na mais solidária, um planeta mais verde e saudável... tudo, é só, mais um passo, do rumo planetário, no seu percurso pelo cosmo. Já ninguém se lembra da Era Dourada, ou da Primeira Idade (Primordial), o esquecimento faz a humanidade correr e avançar rumo ao infinito... Até lá, naveguemos por águas calmas! Os conflitos geram perturbação na correnteza das águas, e estas podem tornar-se diluvianas, pois que é o tempo de Aquário - o que encerra e envolve, todas as espécies de seres vivos - do planeta.sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Declínio Petrolífero
(Clique na imagem para ampliar e ver em pormenor) 
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Nebulosa de Orion
domingo, 2 de setembro de 2007
Red Bull
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terça-feira, 28 de agosto de 2007
Caravela no Lido
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
Farol de Portugal
domingo, 8 de julho de 2007
SOS Earth
Uma banda composta por cientistas do centro de investigação da Antárctida -British Antarctic Survey (BAS) - participa na mega operação multimédia "SOS Earth" (Salvem o Planeta), a partir do próprio pólo sul, lá para o fim do mundo onde o continente mais pequeno do planeta, coberto de geleiras ancestrais, rodeia o ponto a que Arquimedes dizia poder com um dedo sustentar o mundo. Várias estações transmitem esta Live Earth - audiência estimada de 2 mil milhões de pessoas... isto é uma nova consciência planetária, um novo Live AID!
(1985 contra a fome em Africa)quarta-feira, 4 de julho de 2007
Arte Autodidacta
Pormenor de pintura do artista auto-didata, Joaquim Fino. A arte de um Alentejano radicado na bela Ilha da Madeira. A paleta das cores surge como massa fermentada na arte contemporânea, evocando por vezes o período áureo e bucólico de Monet e outros impressionistas. Fica o registo. CCB - Comunicação e Cultura no Blog
sexta-feira, 29 de junho de 2007
segunda-feira, 25 de junho de 2007
Nuclear Não!
terça-feira, 5 de junho de 2007
A Classe Governante

Não tem classificação. Não é do povo, nem monarquia e nem burguesia. Não é classe operária nem se sabe se é classe capitalista que não opera. De tudo o que dela se sabe, sabe-se coisa nenhuma. Apenas se diz que é a classe dos que governam – que se governam. Por isso é desclassificada “de per si”, mas para os outros, todas as outras classes, classifica.
Entre os classificados pela Classe Governante estão duas classes;
A Classe Política e a não política – os operários, agricultores, os burgueses e monarcas, os religiosos ou clericais, e ademais… excluindo-se de todo este povo os capitalistas (estes capitalizam, ou não, a Classe Governante).
A Classe Política, na génese da Classe Governante, tem estatuto próprio de apoiante ou oposição à Classe Governante. Os apoiantes são os elegíveis para cargos administrativos – gestores de capitais públicos.
Os da oposição, não. Porventura serão estes apoiados pela classe capitalista, quando esta não capitaliza com a Classe Governante.
A Classe Política apoiante… serve para nada, visto que apoia o seu par, conjugue governante.
A opositora, serve para as demais classes não classificadas, apoiarem a classe política que seja no futuro… a Classe política Governante.
Daí que; Classe Governante e classe da oposição, divergem pelo “estilo”, ou a classe com que superam o estatuto de classificados, para o definitivo estatuto de “não classificados” – sendo apenas “ Governantes”.
Em governando a Nação (GoverNação), classifica-se a “Nação” como não política, conjunto dos demais ou afins; Os pedreiros, enfermeiros, bibliotecários, dentistas, gerentes de supermercados, vendedores, e os estagiários ou trabalhadores temporários, etc.
Os “afins” são os que geram o pecúlio do capital público, os que pagam, para a respectiva administração pública gerir. As regras da gestão do dinheiro, dita-as a Classe dos Governantes; O IRS “Imposto Rendimento Singular” e a taxa da “Segurança Social”. A primeira contribuição é para ser gasta pela Classe dos Governantes, a segunda taxa é para o próprio, (os afins) no fim da utilidade de vida activa, tipo recompensa e dispensa de mais trabalhos – dito, exclusão.
A segurança destes “transeuntes não-activos”, torna-se insegura, pronto para reciclagem, indicando que os demais e “afins”, já não estando no activo, penam apenas pela saúde, quiçá por falta de gasolina, ou motor gasto, ficam entregues à circunspecta classe do reino farmacológico, ou no melhor dos casos a entidades gestoras de final-de-vida (Lares). Tal situação implica passar a andar pelo seu pé, propriamente dito, pé-de-meia. Surge assim a última das classes - os reformados. Não confundir com reformistas, reformadores ou outras fórmulas redutoras desta complicada situação, a cargo do indivíduo mergulhado na maré social, sempre em evolução, tal como vagas em marés de Agosto… Toda a força dos oceanos vem morrer à beira da praia, na restinga do areal quente.
…
O conceito de “classe” aqui utilizado, não se filia em Trotsky ou Lenine, é conceito bordado e simplificado em ponto cru, como capa de CD para novelas sul americanas, com o propósito de preparação primária.
Todas as classificações passíveis de interpretações socio-políticas mais abrangentes, como “governar para o bem público”, “gestão do património e felicidade do indivíduo”, não estão aqui retratadas, pois essas poderiam ser confundidas com pensamentos filosóficos filantrópicos e aqui trata-se apenas da “Classe dos Governantes”.
Caminhando, P’los sinónimos livres
sábado, 19 de maio de 2007
terça-feira, 1 de maio de 2007
Fim dos Tempos
Uma guerra de civilizações, é também uma guerra de religiões, tendente à prevalência de uma moral sobre outra. Os interesses são económicos, mas também civilizacionais. O poder militar apenas abre o caminho à expansão dos conceitos que prevalecem sobre o lado mais fraco, ou preconceitos. A religião padroniza a moralidade e subjuga a parte vencida, manietando-a. O vencedor escreve as novas páginas da história, onde o vencido toma a face da ignomínia. Mas de tudo isto, o que prevalece íntegro num mundo "global", é que todos os povos têm direito à diferença. Daí a razão da guerra ser sempre injusta, e a oralidade dos filósofos ser apenas o contraponto aos senhores da guerra. Os Historiadores verão nisto, sempre, um passo mais na "civilização", esquecendo que só contam a "história" por fazerem parte do lado que prevalece... por essa razão, muitas civilizações desapareceram, outras nem testemunho deixaram. Para elas "o fim dos tempos" chegou com a mesma voracidade com que se lançam as guerras, em demanda de uma pseudo "cultura superior", ou superior poderio bélico. A verdade da guerra, será sempre a incapacidade do Homem viver em igualdade com o seu semelhante. E quem viverá é sempre um desígnio desconhecido do presente.Uma frase ressalta d'O Quinto Império Português; "Quem vem viver a verdade, por que morreu D.Sebastião? "
Sobre tudo isto, os diferentes povos têm direito a saber, é do seu futuro que se trata, do futuro da humanidade, da evolução das civilizações que habitam este planeta!
quarta-feira, 25 de abril de 2007
Dança de Poderes
Análise TemáticaDa criatividade analítica da crítica político-social
Dos muitos “filmes” que se estreiam na WEB, e circulam por mails em várias direcções, este “dança de poderes” regista uma perspicácia subjectiva, subversiva mesmo, na assunção da realidade desdita, palpável ao olhar do simples “labrego”, mas também perceptível na subtileza lítica de qualquer intelectual, daí merecer esta composição artística, uma atenção mais pormenorizada, de mais minúcia.
Os actores designados, predominantes na actualidade, se de políticos ocorrentes se tratasse, mostram-se suspensos nos desígnios da vontade que fará o porvir, “O Último Pacto” qual ultimato numa assimetria aparentemente linear, mas que se contrabalança num triângulo perfeito e harmónico, como se observa no enquadramento cénico das posturas assumidas.
No eixo central e separando as duas figuras rivais, o governante e o opositor, governo e oposição, eleva-se com elegância o dignitário supremo da nação, acompanhando o seu par, e o passo, do primeiro ministerial, varão portuguesmente vestido à liça de Zé do povinho, numa roda de dança que implica o sujeito condutor e o conduzido, em perfeita harmonia – sem que pisem os “calos”, como se diz na gíria. Na tríada desta composição harmónica, o lado opositor ao duo dançante, revela-se uma figura feminina suspensa, mas por oposição à fulgurante jovialidade do par, traja roupa circunspecta, de lisura expectante – de viúva ou quiçá de amante. Reside a criatividade pungente nesta composição, a subversiva aquiescência no acto de transformar em paradigma, as figuras de mulher que são de facto homens. Assim, sai reforçado a ambiência que se infere na dualidade feminina, reportando o elemento “condutor” da dança, ao eixo da centralidade masculina das três figuras destacadas. A colocação dos nomes do elenco, logo abaixo dos personagens, dá disso mesmo uma pista, com a troca do nome do elemento central, como que posicionando o condutor da valsa no centro da representação.
O título sugere mais, reforçando ainda a ideia da ambiguidade, quando se diz o local mas se omite o dia da exibição e se antepõe o secretismo da ocorrência. Deixa pois, pairar a ideia de uma conspiração, mais que um secretismo, pelo reforço de um casto e derradeiro segredo não divulgado, um “passa a palavra” em surdina receoso. Baste esta expectação e entender-se-á o subversivo título escolhido “O Último Pacto Em Lisboa”. Poder-se-ia chamar de “ O Último Tango em Paris”… ou, “A Última Valsa”.
Aforismos à parte, não se trata de um último acordo político, esse é contido à percepção, apreende-se aqui outra transcendente percepção do sentido de “pacto”, algo mais subtil e furtivo, não perceptível por ocultação, porém, perceptível sensorialmente.Por último, a tonalidade com que se reveste o “quadro geral”, denunciando uma paleta d’Avinciana , mas também de Avintes, reporta o período político retratado para uma temporalidade Renascentista, burguesa até, fazendo jus à sobriedade na composição do estilo não só de Leonard D’Avinci , mas também de Goya, por não definir perspectiva nenhuma em segundo plano, reforçando a cor ocre, por justaposição ao branco, alvo da luz que releva para primeiro plano o braço condutor desta tríade-política, aqui retratada e analisada. Um único reparo, suscita talvez nesta data, a inexistência de um cravo rubro na encenação montada da actual democracia, mas tal, exigia uma morena de Grândola, um Zeca e um violão às 4 da madrugada.
terça-feira, 24 de abril de 2007
Babel esquecida
Quem se lembra de como foi o Iraque? Quem se recorda de uma das sete maravilhas do mundo? Da Babilónia, nada resta dos jardins suspensos, hoje é mito. E a cidade de Ur, hoje é ruína? Banca Africana
O Continente da fome, acalenta o dinheiro dos barões guardado nos bancos. A morte impera não só pelas armas... até quando, até quando, África do ouro reluzente e do ouro negro. Da terra poderá um dia nascer o trigo? Da riqueza só de alguns, poderá surgir ainda a esperança... nos meninos à volta da fogueira? A grandeza por vezes está na "pena" do poeta, e a canção de África é um lamento que dura já demasiado tempo, até à rouquidão, suspira: - Ajudem! Help!Até quando?
quarta-feira, 18 de abril de 2007
Além do Tejo














