sexta-feira, 31 de outubro de 2014
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Nobel para Todos os Portugueses
A Academia Sueca entregou o Nobel das Ciencias Económicas ao francês Jean Tirole. Podia ter nomeado todo o povo português que sempre disse que os mercados deviam ser controlados pelo poder politico e não ao contrário. Todos nós aprendemos com a crise financeira, que os governos dependem dos poderes económicos e são subservientes dos interesses bancários. A TROIKA apenas veio salvar os bancos, atirando para a pobreza a classe média, desgraçando o país com a demagogia de que "gastamos acima das nossas posses". Foi preciso o BPN, o BPP, e agora o BES, para que a farsa fosse desmascarada e os governantes posto a ridículo. Quanto à PT e possívelmente a TAP, é mais vergonha já, que ridículo, se pensarmos que os gestores merecem condecorações presidenciais pelo mau trabalho que gerenciaram. Só quase nos falta vender o Brasão de Portugal aos chineses.
A intenção da propaganda de uma UE sob austeridade, apenas causou o empobrecimento geral, e só agora começa a reflectir-se os resultados dessa política desastrosa. Até a Alemanha sofreu uma queda na produtividade indústrial... pasme-se!, o dito motor económico europeu.
Resta agora esperar que o Nobel da Economia 2014, sirva de farol a novas intenções políticas na UE, e todos os que afirmaram que o contrário é que era "necesário" possam fazer as malas e emigrarem para a remota Transmânia, ou quiçá para o "reino do prestes João".
Antes devolvam o que roubaram aos trabalhadores honestos, a todos que desde 2008 mais sofrem com os biliões usurpados da comunidade, delapidados ao crescimento científico e bem estar-social.
Parabéns pela sapiência, Jean Parole.
A intenção da propaganda de uma UE sob austeridade, apenas causou o empobrecimento geral, e só agora começa a reflectir-se os resultados dessa política desastrosa. Até a Alemanha sofreu uma queda na produtividade indústrial... pasme-se!, o dito motor económico europeu.
Resta agora esperar que o Nobel da Economia 2014, sirva de farol a novas intenções políticas na UE, e todos os que afirmaram que o contrário é que era "necesário" possam fazer as malas e emigrarem para a remota Transmânia, ou quiçá para o "reino do prestes João".
Antes devolvam o que roubaram aos trabalhadores honestos, a todos que desde 2008 mais sofrem com os biliões usurpados da comunidade, delapidados ao crescimento científico e bem estar-social.
Parabéns pela sapiência, Jean Parole.
domingo, 5 de outubro de 2014
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Sopram os Ventos da Guerra
Ares colocou o seu elmo da guerra,
cuide-se o islão da nova cristandade.
que no deserto uma nuvem de pó se levanta,
diante o levante do novo califado sem piedade
*
segunda-feira, 28 de julho de 2014
sexta-feira, 6 de junho de 2014
D' 70 Anos Depois

França, as forças dos Aliados desembarcam na longa praia da Normandia, para o início do fim da Grande Guerra Mundial, um avanço sobre cadáveres de soldados tombados, pela Libertação do jugo da ocupação Nazi, por uma nova europa estava preste a renascer...
70 Anos Depois deste Dia 6 de Junho de 1944, hoje o mundo apenas deseja a PAZ!
terça-feira, 20 de maio de 2014
UE..Vamos a Votos?
Estamos todos esclarecidos com a profusão de conhecimento sobre os países da UE, as suas ideias para o futuro e como unir esta grã e mui antiga comunidade numa identidade comum! Mas... Estamos mesmo..?????????!!!
*
Resultados do descontentamento do povo face à classe politica reinante nos países da UE:
Um verdadeiro TERRAMOTO ELEITORAL,
Em Portugal com mais de 62% da abstenção, apenas o PCP teve mais votos, todos os outros sucumbiram face à maioria do Voto Contra;
*
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Resultados do descontentamento do povo face à classe politica reinante nos países da UE:
Um verdadeiro TERRAMOTO ELEITORAL,
Em Portugal com mais de 62% da abstenção, apenas o PCP teve mais votos, todos os outros sucumbiram face à maioria do Voto Contra;
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sexta-feira, 25 de abril de 2014
As Portas que Abril abriu...
25 de Abril - Uma homenagem à voz do povo... um poeta, contador da história que explica a Revolução, com o clamor inigualável de Ary dos Santos.
"De tudo o que Abril abriu, ainda pouco se disse/Havemos de navegar de muitas maneiras"
"De tudo o que Abril abriu, ainda pouco se disse/Havemos de navegar de muitas maneiras"
terça-feira, 4 de março de 2014
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Tordos são os Ventos....
Sãos os bandos de tordos que emigram deste país, que me fazem perceber que os ventos de Abril acabaram, esfumaram-se em nuvens de sonhos que num relampejar irónico transformaram-se em numeros. A Democracia por que tanto se lutou, nas ruas, transformou-se numa tempestade de interesses financeiros, que se desmoronaram as promessas, as conquistas de Abril, em chuvas ácidas de corrosão da Bolsa e interesses de investidores, transbordando os rios e provocando ondas gigantes de austeridades inusitadas que alarmaram a ciencia... tempos de alterações climatéricas, estes novos tempos em que se propagandeiam "novas realidades" pela boca dos novos araútos da governação... gentes pequenas de visão, incompetentes de vivência! São os números, as taxas e as estatísticas quem mais ordena, o franco misógeno alemão e florido abércula de Bruxelas quem desbrava o futuro, e morre assim toda a esperança de continuar a ser o povo" quem mais ordena. é a canção de Grândola que enrouquece perante o desvario dos mandantes da Europa reconstrfuída que aforroando-se no seu Banco Central bane à desgraça os povos que um dia sonharam numa nova europa... a cegueira dos reis que nos levam às guerras passadas de uma EUROPA que não queríamos ver ressurgida, nesta União Europeia onde partem os tordos num vôo distante, para onde o vento os leva, rumo a uma felicidade sonhada um dia, uma madrugada. Pela mentira se logra o aniquilamento de um povo, povos, de onde partem os seus mentores para distantes lugares, e com a mentira logram os incompetentes governar todos aqueles que já não possuíem as asas capazes de novos vôos. São os ventos da mudança, novos e velhos... bandos de aves que partem, de coração partido, para longe desta gente míuda que se inflama com discursos imbecis de bandeirinhas lusas acopladas na orla dos casaquinhos "made in china", vendendo a Esperança, vendendo Portugal.
Sim! Mesmo os que cá ficam, já não estão... partiram em sonhos de Camões, com os ventos da última intempérie. E não voltam mais, como não volta o tempo atrás.
Um abraço aos filhos que ficam, dos filhos que partem, com um cravo na lapela.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Por Uma União Europeia Renovada
*
A Europa está em crise? A austeridade é requisito para sair da crise? Que aconteceu ao projeto europeu para a paz e o bem-estar dos povos?
O que aconteceu foi que o povo foi expolido dos seus rendimentos e o país empobreceu para que os políticos salvassem alguns bancos, que por natureza abririam falência por seus procedimentos impróprios. Ássim se salvam também os políticos?!
O que acontece é que para que os especuladores da banca internacional, ditos investidores, pudessem manter os seus lucros com empréstimos especulativos, serviram-se de políticos e políticas da Troika e da fraqueza política da união europeia, ditando aos pequenos países para cortarem os gastos em serviços públicos e subir impostos, garantindo assim a manutenção dos seus lucros face às percas globais a que foram sujeitos com o "crash" de 2008, os gastos da guerra com o Iraque e as fugas de capitais do Ocidente para os Países Emergentes.
Foi isto que aconteceu, e por falta de visão estratégica para o futuro da Europa, o argumento político só consegue explicar que a situação económica está a melhorar, ignorando a pobreza em que as pessoas vivem, desde o aumento d a extrema pobreza à descida de condição da maioria das populações (classe média) dos países endividados (e estes são todos, incluindo os EUA).
O dito “esforço” que o povo português fez para recuperar a economia, não passa pois de um embuste, com vista a manter o status do lucro fácil na especulação do possível estado de falência do país, incongruente com uma moeda comum na EU.
O Banco Central Europeu pode facilmente gerir insolvências com a harmonização entre os países da EU, pode desvalorizar o valor da própria moeda e financiar investimentos capazes de favorecerem o desenvolvimento económico, mas isso contradita a alta finança, o lucro de poucos que muito ganham com a dita possibilidade de um Estado falir… como se isso fosse possível. Podem falir as multinacionais e as grandes sociedades de investimento, mas não será por isso que o território deixa de ter economia, troca de bens e vida própria. O medo foi e é a arma do crime. Pelo medo se leva qualquer povo a austeridade de vida. Não terás trabalho para teu sustento, é o novo dogma da arbitrariedade, como se o trabalho fosse enriquecer apenas alguns, como se a condição humana pudesse regredir à época medieval.
A agonia do capitalismo é notória, com tentativas de ditadura sobre a própria democracia, sem vergonha nenhuma na exposição dos seus intentos em governar os próprios governos eleitos…
A retórica política pode subestimar a vontade dos povos, mas o povo não ignora os seus ditadores.
A esperança nunca morre, morrem sim os ditadores, e com o tempo...
passam as agruras, a austeridade. Um povo adormecido, mesmo que tarde... sempre acorda!
A Europa está em crise? A austeridade é requisito para sair da crise? Que aconteceu ao projeto europeu para a paz e o bem-estar dos povos?
É com a penúria que saímos da crise? “Comerás o pão com o
suor do teu rosto”?, e como?, se falta trabalho e quem trabalha não consegue seu
sustento? Que faz a eleita classe
política?
O povo da não “fez um esforço para melhorar a economia"
como dizem… PROPAGAM!O que aconteceu foi que o povo foi expolido dos seus rendimentos e o país empobreceu para que os políticos salvassem alguns bancos, que por natureza abririam falência por seus procedimentos impróprios. Ássim se salvam também os políticos?!
O que acontece é que para que os especuladores da banca internacional, ditos investidores, pudessem manter os seus lucros com empréstimos especulativos, serviram-se de políticos e políticas da Troika e da fraqueza política da união europeia, ditando aos pequenos países para cortarem os gastos em serviços públicos e subir impostos, garantindo assim a manutenção dos seus lucros face às percas globais a que foram sujeitos com o "crash" de 2008, os gastos da guerra com o Iraque e as fugas de capitais do Ocidente para os Países Emergentes.
Foi isto que aconteceu, e por falta de visão estratégica para o futuro da Europa, o argumento político só consegue explicar que a situação económica está a melhorar, ignorando a pobreza em que as pessoas vivem, desde o aumento d a extrema pobreza à descida de condição da maioria das populações (classe média) dos países endividados (e estes são todos, incluindo os EUA).
O dito “esforço” que o povo português fez para recuperar a economia, não passa pois de um embuste, com vista a manter o status do lucro fácil na especulação do possível estado de falência do país, incongruente com uma moeda comum na EU.
O Banco Central Europeu pode facilmente gerir insolvências com a harmonização entre os países da EU, pode desvalorizar o valor da própria moeda e financiar investimentos capazes de favorecerem o desenvolvimento económico, mas isso contradita a alta finança, o lucro de poucos que muito ganham com a dita possibilidade de um Estado falir… como se isso fosse possível. Podem falir as multinacionais e as grandes sociedades de investimento, mas não será por isso que o território deixa de ter economia, troca de bens e vida própria. O medo foi e é a arma do crime. Pelo medo se leva qualquer povo a austeridade de vida. Não terás trabalho para teu sustento, é o novo dogma da arbitrariedade, como se o trabalho fosse enriquecer apenas alguns, como se a condição humana pudesse regredir à época medieval.
A agonia do capitalismo é notória, com tentativas de ditadura sobre a própria democracia, sem vergonha nenhuma na exposição dos seus intentos em governar os próprios governos eleitos…
O Ocidente perdendo os seus valores democráticos, torna-se
incapaz de manter a sua própria hegemonia e força de coesão económica. A europa
pode estar no seu declínio, se pela austeridade quiser manter a riqueza de um
capitalismo que apenas empobrece as nações, e este medo parece ser
desconhecido pelos responsáveis políticos do rumo da UE, preocupados que estão
em espalhar o "medo" da insolvência, o "medo" da falência do Estado, o "medo"da falta de dinheiro.
A moeda é única, mas os lucros e usufruto do seu valor é só
para alguns, os mesmos que espalham medos insólitos e governam lucros absurdos
que subtraem da economia real para proveito próprio, nas aplicações financeiras
especulativas, juntamente com os grandes bancos e seguradoras que não se
regulam pelas regras da democracia, mas sim por um capitalismo selvagem, que
apenas leva à verdadeira penúria do esforço comum dos povos. Hoje a guerra não
é entre as nações europeias, como foi na 1ª e 2ª G.G.M., é entre a ideia de uma
europa comum democrática e desenvolvida e uma europa subjugada ao capitalismo
desenfreado e anónimo.A retórica política pode subestimar a vontade dos povos, mas o povo não ignora os seus ditadores.
A esperança nunca morre, morrem sim os ditadores, e com o tempo...
passam as agruras, a austeridade. Um povo adormecido, mesmo que tarde... sempre acorda!
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Mira...Ó p'ra eles!
O mestre do surrealismo lendo a notícia da venda das obras de Miró, no TGV Porto-Vigo
*
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Um ...FELIZ NATAL
Vogamdo pelo cosmo, um meteoro rumou na direção do sistema solar, e passando pela Terra com o explendor das brilhantes estrelas cadentes, veio anunciar aos sábios da humanidade, um novo mundo. Na memória colectiva da Cristandade, ficou gravado a noite do nascimento de uma nova era... Peixes!
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
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