... à beira mar plantado, cheio de relvas à sua volta, que precisa de um desbaste eficaz.
sábado, 14 de julho de 2012
segunda-feira, 2 de julho de 2012
sábado, 23 de junho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Portugal - Euro 2012
"Vamos lá cambada, todos à molhada... isto é futebol total!"
E o sonho foi desfeito com o apito do árbitro da truka-troika
domingo, 10 de junho de 2012
PORTUGALidades
Até onde o mar chega, foi Camões, levando consigo a Pátria, na língua que engendra novas culturas e novas civilidades. (Ilha de Moçambique)
segunda-feira, 4 de junho de 2012
quarta-feira, 30 de maio de 2012
A Máquina da Crise
Kubrik anteviu a realidade urbana dos nossos tempos. Com imagens que refletem o medo e a violência do período em que foi concebido "Laranja Mecânica", apenas plasmou no cinema os reflexos do desemprego em massa, a decadência da moral e costumes, alertando para o perigo das pretensões liberais e conservadoras, em tirar proveito de uma situação de crise (a actual crise económica europeia) para castrar a própria ética democrática.
Uns poucos farão fortuna, com a crise económica de muitos, cidadãos europeus despojados dos seus direitos. Outros, pela revolta, poderão levar a Democracia ao seu próprio suícidio, à abnegação da própria cidadania europeia... a cícuta foi assim dada à Grécia. Tudo isto, sem guerras declaradas, apenas pelo receio das incertezas do futuro.
A certificação do medo!
Engendramos inimigos invisíveis, e poucos são os "druguis" de Alexander DeLarge (Alex, no filme) capazes de resistir à tentação no mergulho colectivo da destruição, de destruir o maior bem da humanidade... a capacidade de sonhar, pretender um futuro melhor.
Uns poucos farão fortuna, com a crise económica de muitos, cidadãos europeus despojados dos seus direitos. Outros, pela revolta, poderão levar a Democracia ao seu próprio suícidio, à abnegação da própria cidadania europeia... a cícuta foi assim dada à Grécia. Tudo isto, sem guerras declaradas, apenas pelo receio das incertezas do futuro.
A certificação do medo!
Engendramos inimigos invisíveis, e poucos são os "druguis" de Alexander DeLarge (Alex, no filme) capazes de resistir à tentação no mergulho colectivo da destruição, de destruir o maior bem da humanidade... a capacidade de sonhar, pretender um futuro melhor.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Contos Populares em Euros
O pior dos portugueses, no capítulo da exploração, encontra-se na exploração da sua própria gente.
"Alan Perkins revelou perante o Tribunal do Barreiro que o então ministro do
Ambiente José Sócrates era identificado como Pinóquio" (in Visão; Ler mais.) Sobre o caso Freeport no País das Maravilhas Foi Noticia em 2009 ...
segunda-feira, 21 de maio de 2012
D.Trevisan - Prémio Camões
Dalton Trevisan, brasileiro de Curitiba, foi premiado com a "pala" de Camões, distinção máxima da literatura da esfera lusitana, pelos seus contos, curtos, e certeiros na mira das sociedades contemporâneas, na morte, lenta e decisiva (Uma Vela Para Dario), da moral, na eficaz crítica sobre a falta de ética e empobrecimento dos valores da humanidade. Foi por essa razão que o evasivo "Vampiro de Curitiba" foi agraciado. E por bem o foi!
.
Duílio Gomes descreveu sobre Dalton Trevisan (em 1925), deixando claro porque o chamam de "O Vampiro de Curitiba".
"Seu nome: Dalton Trevisan. Seu instrumento de trabalho: o conto. Sua vítima: o leitor incauto. Sua meta: amedrontar, deliciando. Sua cara: pouco veiculada. Seu endereço: desconhecido. Seu diálogo com o público: um monólogo interior. Sua foto mais conhecida: a tirada por um repórter com tele-objectiva atrás de uma árvore numa tarde de outono. Seu número de telefone: nem mesmo sua família o sabe."
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Duílio Gomes descreveu sobre Dalton Trevisan (em 1925), deixando claro porque o chamam de "O Vampiro de Curitiba".
"Seu nome: Dalton Trevisan. Seu instrumento de trabalho: o conto. Sua vítima: o leitor incauto. Sua meta: amedrontar, deliciando. Sua cara: pouco veiculada. Seu endereço: desconhecido. Seu diálogo com o público: um monólogo interior. Sua foto mais conhecida: a tirada por um repórter com tele-objectiva atrás de uma árvore numa tarde de outono. Seu número de telefone: nem mesmo sua família o sabe."
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Somos Portugal, Somos Mundo
Grécia deu-nos a Europa, Portugal deu-se ao Mundo.
Da Europa, um só povo une, todos as regiões do sul, todas os
lugares da Atlântida e confins do Oriente. Um só povo reúne, no seu vasto mar, as índicas águas que apontam a terra e nela abraça com sua bandeira, os povoados gélidos do norte,
as florestas e os desertos africanos, todos os lugares esquecidas gentes
encontradas. Um só povo europeu é maior que seu território… um povo que é, Portugal!
Sussurra-me ao ouvido, um país, onde não esteja um português,
por entre os quatro cantos do mundo e mais, talvez...
Em todos eles
estivemos ou estamos ainda, sem a estranheza dos que não se mesclam e se
embebem na cultura das gentes locais. De todos somos um pouco, em todos estamos, com
propriedade, estivemos ou estaremos sempre. Se um houver, um que não seja
pertença nossa, é porque não é nem terra nem mar, e de lá nada existe a que
possamos chamar lugar, pois que, se um houvesse, um que fosse, por mais distante
e ínfimo que sendo… lá estaria um português, um só, que bastasse. Não somos o dono nem escravo, mas estamos lá, em todos os continentes e ilhas, simplesmente.
Somos assim… agora, velha Nação na 3ª idade geofísica das
nações, mais velhos e conhecedores. Partimos para o mundo e em o descobrindo,
descobrimo-nos. Sempre que regressamos trouxemos a descoberta connosco e
partilhamos esse sabor da novidade, uns com os outros. Apreendemos e com todos
eles aprendemos, outras razões e outros saberes, que nos fortaleceram a
solidariedade da partilha. Demos o nosso povo ao mundo e doutros povos nosso
fizemos, e tudo apenas, porque pertencemos ao Mundo e este nos pertence.
Se primeiro quisemos ser livres, na independência de um povo
que pretende escolher sua historia, logo depois que fomos Portugal, estivemos juntos com os povos que trilham, a rota da sua própria lavra, em contenda com os que
sonegam as soberanias, a liberdade, a independência. Por vezes iludidos na forma,
por vezes na certeza do agir, fomos sempre e sem igual, os batedores das
fronteiras, os primeiros bandeirantes no desbravar da rota da humanidade. Conquistamos
novas terras sem ser conquistadores. Irmanados pelo mundo, conhecemos novos
deuses, sem indagar Zeus, Alá ou Buda, questionando só as marés.
Estivemos ao lado do povo de Timor, chorando as mesmas
lágrimas e rebombando o tambor da mesma guerra, a da liberdade. Pela fé
timorense peleamos, por nossa própria convicção.
Juntamos a nossa, à
mesma raiva do povo da Palestina, na angústia sofredora do seu makba (tragédia) e
exorcizamos a nossa desdita Cruzada, defendendo a mais fraca das partes irmãs, na solidariedade da contenda fratricida. Quisemos que a paz desse abrido aos privados do seu tecto, os
que fugiram de suas casas ou por lá ficando intimaram íntifadas, na perfídia dos escravizados, pela mesma
cultura que em tempos também tomamos por nossa, quando esta também sofria, no Êxodo, a perseguição. Tudo isso porque sabíamos das terras nascentes do Nilo, conhecíamos já as privações da Lusitânea.
Entre Árabes e Judeus, estará sempre um português… Assim o quer o destino, Oxalá o queira a Pax. Desde as Cruzadas que aprendemos, a amar e a combater moiranas e os mouros. Guardamos seus mitos na nossa génese, com eles espalhamos outra visão do mesmo Deus no mundo e ainda hoje, nas calçadas da Mouraria, sob a luz ímpar da cidade das Sete Colinas, o vento do Sul vem soprar a roupa nos estendais, como um gemer de fado distante, quente e suplicante, num sopro arfante de Cavaleiros do Templo ainda por chegar, ao porto de abrigo... ao Graal.
Entre Árabes e Judeus, estará sempre um português… Assim o quer o destino, Oxalá o queira a Pax. Desde as Cruzadas que aprendemos, a amar e a combater moiranas e os mouros. Guardamos seus mitos na nossa génese, com eles espalhamos outra visão do mesmo Deus no mundo e ainda hoje, nas calçadas da Mouraria, sob a luz ímpar da cidade das Sete Colinas, o vento do Sul vem soprar a roupa nos estendais, como um gemer de fado distante, quente e suplicante, num sopro arfante de Cavaleiros do Templo ainda por chegar, ao porto de abrigo... ao Graal.
Fizemos as viagens forjadas pela espada e pela Grei, fomos
até à distância de sonhos por revelar, e na viagem levamos sempre no coração, a
terra, onde muitos não regressaram, mas que outros em chegando, ditaram com
novos mapas, o saber de outros mundo e novas gentes. De toda esta partida, regulamos no
tabuleiro das nações, a chegada a outra era, a do mundo esférico e global.
Fomos pioneiros e arautos e portanto fomos Portugal, mas por
sê-lo, perdemos com a náusea do ondular dos mares, a noção do domínio feudal,
depois que navegados, quisemos apenas, a calmaria das praias, em lá chegando,
encontrar e ser gente, ser pertença da terra.
Nas velas, com a Cruz, abertas ao
vento, rumamos as naus, em direção ao sonho da chegada, ao mundo das nações, à plêiade
em formação das novas cidadanias, às terras de Santa Maria, às novas cidades
por construir.
Mas fomos ainda mais longe… às terras do longínquo oriente,
de quem abonámos a primeira existência, aqui nas terras da velha Europa*. Fomos
até ao distante Tibete dos monges, que habitam na pureza da unidade singular, lá no alto,
onde se tocam o sol e a montanha. Vimos este povo ser engolido pelo grande Dragão
Chinês, e como que por encanto mágico, atámos os seus ideais à génese do nosso próprio
saber. Na desigualdade desta luta por uma autonomia, trocamos a nossa tristeza
pela sua jovial alegria, e bebemos ensinamentos de uma milenar sabedoria, que
brilha ainda nos olhos dos homens santos, numa esperança sofrida… expatriada do
povo perdido por entre as montanhas sagradas, tal como se perdiam os
marinheiros nos mares de Neptuno.
série documental RTP2, "Viagem dos Jesuítas Portugueses", de Foral de Ideias
.
Apenas porque somos Portugal, somos também os servidores da
mística humana, do Reino de Prestes João, o último dos reinos de Aquém e
Além-Mar. Por utopia somos também a Grécia dos deuses, que engendraram as novas
divindades, somos o povo fazedor das novas nações, por entre a descoberta de
novos mundos. Exaltamos uma nova Rainha dos Céus e prostramos a seus pés, a Coroa
do Reino da terra e dos mares, em honra da Restauração da Independência (1640)
usurpada. Assim, livres, nos demos ao mundo e nessa entrega herdamos toda a
terra, as derrota e vitórias de todos os povos, inscritos no azimute da Esfera
Armilar, que acena na bandeira de Portugal…
O fundador do Condado Portucalense, El’Rey D. Afonso Henriques cumpria, enfim, o Reino do Portugal e
dos Algarves, e o porvir do Império de Portugal Aquém e Além-Mar. Perdido o
Império, fica o Portugal do Mundo, do Além-Fronteiras, na mística face com que
a Europa fita o pôr-do-sol, fica a Língua da Pátria Mãe… deusa Gaia, fitando o
horizonte global do Atlas.
Por Ti, Mundo… Por Tu, Gal!
Somos assim, o Mundo, quiçá, talvez mais…
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Obs. As ordens religiosas foram de extrema importância para
o Imperio de Portugal.
*Os Jesuítas portuguese foram os primeiros a chegar ao reino
distante do Tibete. Estevão Caçela
foi o primeiro ocidental no Tibete, em Shigatse. António de Andrade o primeiro narrador dos hábitos e costumes do
povo tibetano, deu a conhecer à europa de 1600 os deuses e crenças dos monges
de manto amarelo. Por esta altura Portugal era, dos povos da europa, o mais
avançado nos contactos com outras civilizações e povos, graças ao
empreendimento dos Descobrimentos,
visionado pelo Infante, da Encíclica
Geração, D. Henrique, da Dinastia de
Avis.
MIM
terça-feira, 15 de maio de 2012
O Mundo Somos Nós
E porque não, partirmos por essa europa fora, revendo nos mundos outrora descobertos, o mundo que queremos construir no Portugal da União Europeia? Isso sim, seria ARTE!
A odisseia de Luís Simões desenha-se em cinco anos por cinco continentes. Partiu e levou com ele o sonho dos marinheiros quinhentistas... partiu à aventura, à descoberta do seu próprio fado. Designou a Nau da sua viagem por World Sketching Tour, e rumou a novas terras, novas gentes... Boa Viagem
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Os Sinónimos Livres
Os sinónimos livres... é que são os culpados
da imberbe nova Classe Politica
da imberbe nova Classe Politica
O conceito actual de “classe política”, não se filia nas
premissas de Trotsky, Marx ou Lenine, sendo conceito bordado e simplificado em ponto
cru, como capa de CD para novelas sul americanas, ou regravações não piratas, descarregadas
da genérica profusão de música pimba, daí não piratas.
Todas as
classificações passíveis de interpretações sócio-políticas mais abrangentes,
como “governar para o bem público”, ou “gestão do património e felicidade do
indivíduo”, que seriam afeitas à classe descrita, não estão aqui retratadas,
pois essas poderiam ser confundidas com pensamentos filosóficos filantrópicos e
aqui trata-se, apenas, da “Classe dos Governantes”, os que governam ou querem governar, a dita oposta classe.
Classe, sendo género, aqui é estilo.
Classe aqui é modus de vida operandis,
ou simplesmente “ar falante” genérico e sem depreensão dos figurantes, tanto nos
discursos sobre tarimbas como vozes sonegadas dos púlpitos da atenção geral. As vozes graves ou agudas, doces ou roucas por tanto urrarem. Enfim, vozes de diferentes estilos os posicionamento, esquerda ou direita, face à cadência que dita a batuta do poder.
Vagueando nestas
duas justaposições, os “fazedores de opiniões”, vulgo os estrategos da vernacularização,
mais não fazem que hierarquizar a própria estrutura da dita "classe politica", agrilhoando pontuações dos mais ou menos cotados entre os pares. Estreitam ou aviltam as lides
para a consagração dos arautos da classe politica, antes ou durante as fazes da
ocupação do assento na governação. Sempre facilitam a apropriação vulgar reinante, que se trata e fica retratado, de uma espécie de gente diferente, uma "classe" que é dominante, avalizada que é a nova classe... politica.
São estes, os novos maestros da sinfonia social, uma sub-estirpe de radicais livres, ocupantes de dois ou mais
lugares em simultâneo, com toda liberdade de acção, os “livres” no opinar,
“radicais” no seu distanciamento ao centro da decisão, que fazem o próprio centro por onde gravitam. Estes obreiros estatutários,
não pertencendo a classe operária nenhuma, e por não terem classe obrigatória,
verbalizam as correntes de pensamento desprovidos do pulsar de todas as
restantes classes, pelo que, são de grosso modo, classe a parte ou
desvinculada. São os sinónimos livres.
terça-feira, 8 de maio de 2012
STOP às Barragens
.Mais Barragens que Rios, neste Portugal dos Pequeninos!
Quando o Consumidor paga mas de 50% de taxas na factura da luz, a Politica Energética desenhada pelo Governo... Rouba qualquer empenho ao Cidadão Amigo do Ambiente. Não é o país que lucra, são os investidores das empresas de distribuição de energia. A Reportagem da TVI é esclarecedora...
sábado, 5 de maio de 2012
Uma Morte na Tribo
Morreu o líder ideológico do estado - Israel
Charles Corson, O pai ideológico do estado judaico, Israel, faleceu. (1931-2012)
Charles Corson, O pai ideológico do estado judaico, Israel, faleceu. (1931-2012)
Figura incontornável nos EUA, no
esforço de garantir os apoios necessários, à criação de um novo território na Palestina
para os judeus, que pretendia ainda mais amplo que o actual, Israel.
Nada mais se soube do estado de
coma do antigo primeiro-ministro Ariel Sharon, e desta morte pouco mais se irá
dizer, mas na História da Palestina ocupada, ou do novo Estado de Israel, Charles
Corson será recordado como o mentor da ideia do novo Estado de Israel.
Charles Corson defendeu, que o
genocídio judeu deveu-se a uma descriminação e perseguição racial, e não, ao
facto do poder económico dos hebreus na Alemanha. Na comunidade judaica
americana granjeou seguidores, judeus espalhados pelo mundo, no desígnio de terem uma terra sua. Uma das suas teses sobre a Inquisição da Igreja (o Vaticano, a França e Espanha), apontava o facto de que a perseguição aos judeus não era religiosa, excomungando judeus que não
optassem pela cristandade (novo-cristão), mas sim racial.
Não percebeu que a causa estava no poder que entretanto os judeus ganharam junto das cortes, ao nível do pensamento cientifico, crítico das ideias vigentes (como Galileu), tal como mais tarde, na Alemanha nazi, seria o poder económico, a causa da sua perseguição e desgraça.
A sonhada Terra Prometida viu tornar-se realidade, uma realidade sofrida também, pela guerra da ocupação, uma terra de bandeira com o símbolo da estrela de Salomão, alvo branco dos estilhaços e troar das armas revoltadas de um povo irmão, terra conduzida agora por um filho seu, o primeiro-ministro de Israel, Netanyahu.
Não percebeu que a causa estava no poder que entretanto os judeus ganharam junto das cortes, ao nível do pensamento cientifico, crítico das ideias vigentes (como Galileu), tal como mais tarde, na Alemanha nazi, seria o poder económico, a causa da sua perseguição e desgraça.
A sonhada Terra Prometida viu tornar-se realidade, uma realidade sofrida também, pela guerra da ocupação, uma terra de bandeira com o símbolo da estrela de Salomão, alvo branco dos estilhaços e troar das armas revoltadas de um povo irmão, terra conduzida agora por um filho seu, o primeiro-ministro de Israel, Netanyahu.
Poderá este, com a morte do seu pai, desistir da expansão forçada de novos colonatos em território ocupado? Agora que se extingue a pesada sombra ideológica de um pai mentor, poderá o filho trilhar novos caminhos da paz? Um caminho sem o trepidar das armas?
A Europa muito deve, na sua cultura Judaico-Cristã, ao espírito livre de pensadores de renome judeus, sendo também verdade que, este povo, foi o que mais originou guerras (desde os tempos do Império Romano, à 2ª G.G.M. e entre outras, a fratricida guerra do
médio-oriente,) que muito atrasaram o progresso da humanidade, e a convivência pacífica entre os povos da terra.
Pudesse a morte de uma figura mítica ser retorno a um saudável respeito pelos princípios da sabedoria antiga, na fórmula iniciática dos grandes pensadores, a busca da felicidade pela convivência entre os povos... Que fosse possível o altruísmo das nações, sobre a primitivismo das tribos.
Que a repetição cíclica da
História não nos leve a um novo confronto mundial, desta vez configurada na
presunção, israelita, da ameaça nuclear do Irão.
Que prevalecesse em Jerusalém, os fazedores do Templo de Salomão! Fosse possível à Cultura Judaica uma nova aprendizagem, com os erros do passado, como já o fez a Cristandade (com o pedido de perdão da Igreja por seus erros), e de novo ressurgiria no valor da cultura civilizacional do mundo, a cultura do pensamento humanista Judaico-Cristã.
Que prevalecesse em Jerusalém, os fazedores do Templo de Salomão! Fosse possível à Cultura Judaica uma nova aprendizagem, com os erros do passado, como já o fez a Cristandade (com o pedido de perdão da Igreja por seus erros), e de novo ressurgiria no valor da cultura civilizacional do mundo, a cultura do pensamento humanista Judaico-Cristã.
De outra forma disse-o Mário Soares; “Desde que os judeus saíram da Alemanha que
aquele país perdeu a sua capacidade de produção de pensamento intelectual”.
In “ Visão“ 4 Maio
terça-feira, 1 de maio de 2012
Direitos da Cidadania
O Maio por Abril Sonhado.
Direitos Adquiridos
São direitos conquistados
Não são regalias de montado
São contos dantes sonhados
E dentre eles o capital
O não perder a esperança
Por não conhecer o futuro
Mas no presente moldá-lo
É visão sendo sonhada
Brilho fusco lá ao fundo
Onde mora a réstia do querer
No sonho que trilha a estrada
Como correm os rios soltos
Sobre seixos reluzentes d’oiro
E mesmo que seja parco
Na vontade de antever
Que o veja no sentir
Que a vida é isso, apenas ser
Na busca daquele haver
Alcançar ou só reter
Fosse perdido ou disperso
Apenas isso, só, apenas
O direito a pretender
A esperança que não finde
De ser feliz por viver
Agora e no futuro distante
Nesse futuro a acontecer
MIM
MIM
Arte-Nova Chinesa
Que se pode esperar da China...?
Se a arte espelha a alma de um povo (a nova China), que revolta latente poderá dormir na multidão de um povo milenar? Num passado e ainda presente reprimido, poderá um povo de multidões acordar repentinamente da letargia induzida pelo poder estatal? A ruptura sócio-económica sempre antecede a rebelião dos explorados.
Arte em Guerra - Art War
Museu Art Contemporânea, Itália
.CAM Art War - o CAM, o Museu de Arte Contemporânea de
Casoria, Itália, começou a queimar as suas obras de arte, da coleção
permanente. São 1.000 obras de arte contemporânea internacional, que o CAM abriga,
devendo a acção ser mais que simbólico, pretende ser um manifesto global contra
a indiferença das instituições europeias". A Guerra da Arte tem o apoio dos autores das
obras.
Todos os dias, três vezes por semana, um trabalho vai ser
queimado.
.
.
A acção contra as medidas de restrição orçamental europeu, começou em 17 de abril de 2012 às 18 horas com a
destruição da obra pictórica do cantor francês Séverine Bourguignon (que esteve
conectado através do Skype com o Museu ao tempo da ação), seguido por obras de
Astrid Stöfhas (Alemanha), John Brown (Galles_UK), Yue Qing (China), Cheikh
Moustapha Ndiaye (Senegal), José da Apex Brasil, Mohamed Alaa (Egito), Filippos
Tsitsopoulos (Grécia), Fabio Donato (Itália)Lello Lopez (Itália), Rosaria
Matarese (Itália), Tony Stefanucci (Itália), todos estarão presentes pessoalmente ou
por meio da web…
Cultura
não pode continuar a ser o bode expiatório da recessão económica.
O Apelo Global
"Como centro de uma rede internacional podemos conduzir
uma acção de protesto com o apoio de todos artistas europeus que vivem os mesmos
problemas económicos."
Por Uma Divisa – a arte e a cultura são pertença do povo
Por uma revolução global da cultura
sábado, 28 de abril de 2012
Acorda Europa!
MANIFESTO EUropeu
A União Europeia está dividida, entre marcos e euros. Queremos IGUALDADE no sistema financeiro europeu. Uma moeda e economias iguais, no espaço comum, sem fronteiras.NÃO QUEREMOS
A Norte uma politica financeira de Investimentos Anónimos.
A Sul uma politica económica de restrições e fragilidades...
QUEREMOS construir o sonho Europeu
Que tem de COMUM esta UNIÃO, Norte e Sul?
Direitos de Cidadania? A Igualdade Social?, Igualdade Salarial?, Qualidade de Vida?
Europa Do Sul Unida, Acorda! Acorda Portugal! Desperta!
É urgente reforçar a União da Europa do Sul!
Recomeçar a construção de uma UE SOCIAL E SOLIDARIA!
Por uma europa de estrelas... 5 Estrelas.
Não a uma Europa do Euro-Marcos! SIM ao €uro-Comum!
quinta-feira, 26 de abril de 2012
E Depois do Adeus...?
"Quis saber, quem sou? O que faço aqui?
Quem me abandonou? De quem me esqueci?
Perguntei por MIM... Quis saber de NÓS"... da revolução de Abril.
Perguntei por MIM... Quis saber de NÓS"... da revolução de Abril.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
O Porquê? do Amor!
Ela é uma bióloga de antropologia e estudou durante 3 anos a ressonância magnética do cérebro.
Assunto; compreender o fenómeno do amor – o mesmo "fogo que arde sem se ver” como escreveu Camões.
Sideral são as conclusões desta mulher invulgar (ou não tanto, nos tempos de hoje).
Os Homens que se cuidem... o Matriarcado chegou, de novo. Quem o diz (com 5 livros editados) é Helen Fisher, que prepara já o livro seguinte da saga cientifica da História do Amor.
Vejam os vídeos ou os cinco livros publicados (uma das conferência dela, nos EUA, tem apresentação de António Damásio)
Super interessante estudo à luz da ciência, do amor – que, não é emoção, obedece sim, a três fatores, inter-relacionados ao nível da mente, e tem por objetivo a procriação, o encontro da “cara-metade”.
Helen apresenta os dados… as estatísticas e análises sobre o uma questão de química, O AMOR.
“O casamento e divórcio em 58 sociedades, adultério em 42 culturas, padrões de monogamia e deserção em aves e mamíferos e as diferenças de género no cérebro e no comportamento. No seu trabalho mais recente, ela relata que em quatro tipos de personalidade biologicamente fundamentadas e usando dados sobre 28.000 pessoas coletadas no banco de dados da http://www.chemistry.com/”
De muito interesse na área do conhecimento do nosso cérebro.
(ou, quiçá, acima dele)
Vídeo resumo editado no YouTube:
Aprendam (mais um pouco) a ser felizes…
Assunto; compreender o fenómeno do amor – o mesmo "fogo que arde sem se ver” como escreveu Camões.
Sideral são as conclusões desta mulher invulgar (ou não tanto, nos tempos de hoje).
Os Homens que se cuidem... o Matriarcado chegou, de novo. Quem o diz (com 5 livros editados) é Helen Fisher, que prepara já o livro seguinte da saga cientifica da História do Amor.
Vejam os vídeos ou os cinco livros publicados (uma das conferência dela, nos EUA, tem apresentação de António Damásio)
Super interessante estudo à luz da ciência, do amor – que, não é emoção, obedece sim, a três fatores, inter-relacionados ao nível da mente, e tem por objetivo a procriação, o encontro da “cara-metade”.
Helen apresenta os dados… as estatísticas e análises sobre o uma questão de química, O AMOR.
“O casamento e divórcio em 58 sociedades, adultério em 42 culturas, padrões de monogamia e deserção em aves e mamíferos e as diferenças de género no cérebro e no comportamento. No seu trabalho mais recente, ela relata que em quatro tipos de personalidade biologicamente fundamentadas e usando dados sobre 28.000 pessoas coletadas no banco de dados da http://www.chemistry.com/”
De muito interesse na área do conhecimento do nosso cérebro.
(ou, quiçá, acima dele)
Vídeo resumo editado no YouTube:
Aprendam (mais um pouco) a ser felizes…
quarta-feira, 11 de abril de 2012
O Poema "que deve ser dito"
"Por que só agora dizê-lo,
envelhecido
e com a minha última tinta:
Israel, potência nuclear,
põe em perigo uma paz mundial
já de si tão quebradiça?"
.
.
Eis a realidade, a polémica dita nua e crua, fria e perturbante, pela escrita poética e inconformada, de Günter Grass, uma verdade politicamente calada, mas pressentida desde a formação do estado de Israel, por décadas de guerra fraticída, uma verdade tardiamente dita pela pena de um alemão, com a sabedoria que a idade proporciona, bem conhecedor deste estado do médio-oriente, Israel, que agora o considera uma persona non grata.
A estrofe, de 69 versos publicados, do poema;“Lo que debe ser dicho”,
¿Por qué solo ahora lo digo, envejecido y con mi última tinta: Israel, potencia nuclear, pone en peligro una paz mundial ya de por sí quebradiza?”.
Günter Grass (Nobel da Literatura-1999, Romancista, Dramaturgo, Artista Plástico de 84 anos)
domingo, 8 de abril de 2012
60 MINUTES
Mike Wallace surgiu da velha estirpe jornalística da rádio, nos anos 60, para a televisão, destacando-se na CBS News com o seu programa na informação "60 Minutes", como o mais temido dos jornalistas de pesquisa, pelos entrevistados. "Não perguntava, interrogava", e porque sabia tudo sobre o tema da entrevista, até com o seu silêncio questionava pela verdade. Desde Malcom X até Putin, entrevistou os grandes vultos da política e figuras públicas de destaque. Era feroz e ao mesmo tempo amável, mas no drama daqueles 60 minutos só interessava uma coisa - a verdade, toda a verdade!
Num mundo onde a mentira se propaga como vírus, Mike fará falta pela sua índole independente de qualquer poder. No profundo do jornalismo de investigação, Mike, contra-interrogava os seus convidados, ao ponto do suor frio... Diziam que os seus convidados emagreciam 2 a 3Kgs depois das entrevistas, poderíamos dizer que "arrancava a verdade a saca-rolhas". Podia até doer, mas a verdade é assim, quando nua e crua. Teve sorte, na sua audácia, da equipa jornalística e Director de Programas que sempre o acompanhou. Teve revezes e glórias, mas era o público que estava acima de tudo, a audiência e respeito que grangeou dos seus concidadãos e depois, da própria cidadania mundial. Paz ao seu espírito livre, interrogativo e inquisitor, durante 60 anos, agora que parte com 93, num Domingo de Páscoa onde ressuscita para outra verdade, a Verdade da Vida!
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Passos Fisosóficos
Afinal, o que disse o Governo sobre os Subsídios???
O que disseram e o que dizem... e que mais irão dizer?!
domingo, 1 de abril de 2012
E... Que Será de Nós?
O tempo passa e com ele as promessas desvanecem, tornando-se difusas, extinguindo-se na outrora miragem do futuro...
É confuso o mundo do advir, sabendo que vem não sabendo o porvir, é um mundo de sonhos, uns sonhados outros que se acamam sobre o sono da jorna.
Querendo um mundo novo sonhou Portugal. Envelhecendo no tempo que passa, tudo vai passando, o próprio tempo se ausenta...
Só as flores rejuvenescem no equinócio da primavera, tal como prometido pela Fénix do fogo solar, agora que chegam as andorinhas, a construir novos ninhos, nos beirais dos solares também envelhecidos.
Amanhã voltarão a partir, ficando pela urbe restos de penugem das crias emancipadas, que partem... para outros reinos.
Amanhã chegará outro sol, com uma outra cor dourada, carregado de outono. As folhas das árvores, com o tempo, uma a uma irão jogar-se ao vazio, sem que se importem para onde o vento as levará.
E... que será de nós?
É confuso o mundo do advir, sabendo que vem não sabendo o porvir, é um mundo de sonhos, uns sonhados outros que se acamam sobre o sono da jorna.
Querendo um mundo novo sonhou Portugal. Envelhecendo no tempo que passa, tudo vai passando, o próprio tempo se ausenta...
Só as flores rejuvenescem no equinócio da primavera, tal como prometido pela Fénix do fogo solar, agora que chegam as andorinhas, a construir novos ninhos, nos beirais dos solares também envelhecidos.
Amanhã voltarão a partir, ficando pela urbe restos de penugem das crias emancipadas, que partem... para outros reinos.
Amanhã chegará outro sol, com uma outra cor dourada, carregado de outono. As folhas das árvores, com o tempo, uma a uma irão jogar-se ao vazio, sem que se importem para onde o vento as levará.
E... que será de nós?
"Tabacaria", Álvaro de Campos (F.P.)
quarta-feira, 21 de março de 2012
A Moda Xao-Xao
PRA QUEM ACHA LINDO ANDAR DE CALÇAS CAÍDAS...
VEJA A EXPLICAÇÃO!
”Esta tendência nasceu nas prisões dos Estados Unidos, em que os reclusos que estavam receptivos a manter relações sexuais com outros presos inventaram um sinal que passasse despercebido aos guardas prisionais para não sofrerem consequências... Por isso, quem usasse calças caídas abaixo da cintura, de modo a mostrar parcialmente as nádegas, demonstrava que estava disponível…”A moda pegou e é vê-los, os rapazes pela rua fora, que mostram o rabo sem que saibam se é moda mostrar a marca abandeirada das boxers, se é mesmo mostrar, no andar típico dos macacos que se arqueiam pelos joelhos, o domínio em segurar as calças pelas ancas.
Aos estilistas (no caso, de baixa-costura) cabe uma percentagem de responsabilidade, pequena por representatividade, mas o grosso da responsabilidade efetiva vai para a China.
A nova China emergente (pois que se afogava nos meandros do comunismo), a China capitalista estatal, a China que trocou o “sorriso amarelo” pela gargalhada desabrida dos programas televisivos burgueses, como o “karaoke” ou “Stand Up”.
A responsabilidade da troca da ganga à americana (as famigeradas Lewis), tipo cowboy macho com o cigarro ao canto da boca (Marllboro), pela nova moda no estilo marinheiros rabetas recai nas fábricas de confeção europeias, que se deslocaram para o país do cáqui cor de barro, de mão-de-obra barata.
A moda das calças chinesas regista a entrada do novo século. Fosse pela sua pequenez de estatura, ou pela sua economia no poupar, com que os chineses são conhecidos, fabricaram para o Ocidente, fortalecendo suas exportações, as calças de cintura reduzida, sem bainhas, largas de perna (curtas à boca de sino para os mais arrojados) produzindo assim, aquele efeito prático de maior rapidez para qualquer um que necessite de um WC com urgência… correndo de calças na mão (se puder), mostrando as nádegas abandeiradas, que tão facilmente seduz pedófilos como qualquer pessoa da urbe, carente por devaneios sexuais.
São as modas sem rating de cotação na Bolsa, mas que todos os investidores apadrinham, a moda marada que emana das sociedades sem pudor, moral ou caracter.
E neste completo desconhecimento das urdidas da alta-costura, seguem os teenagers em devaneio exibicionista, pelas ruas e avenidas, no seu trato peculiar, naquele andar gingão, fazendo jus à descendência simiesca humana (como explicaria Desmond Morris), honra feita aos primatas na vanguarda da moda maoísta, a emergente e abrangente nova onda xao-xao, que desfila pela passerelle dos bons costumes com um skate debaixo do braço, avalizado pela etiqueta impressa em nylon CE - Made In China.
terça-feira, 20 de março de 2012
PrimaVera
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Com a queima (créma) das "fallas" (fachos) de Valencia, no dia de San Pepe espanhol (S. José o carpinteiro), o mesmo consagrado dia do Pai, acaba o Inverno (solarengo) e entramos já na Primavera. As obras de arte em madeira que chegam a alcançar 30 metros de altura são consumidas pelo fogo, na esperança que na queima ardam todos os males representados... uma tradição que faria bem a toda a Europa.
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Com a queima (créma) das "fallas" (fachos) de Valencia, no dia de San Pepe espanhol (S. José o carpinteiro), o mesmo consagrado dia do Pai, acaba o Inverno (solarengo) e entramos já na Primavera. As obras de arte em madeira que chegam a alcançar 30 metros de altura são consumidas pelo fogo, na esperança que na queima ardam todos os males representados... uma tradição que faria bem a toda a Europa.
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quinta-feira, 15 de março de 2012
sábado, 10 de março de 2012
Moebius (1938-2012)
Saiu dos "desenhos aos quadradinhos"o consagrado Jean Giraud Giro, que assinava as suas publicações de ficção como MOEBIUS ou GIR.
10 de Março foi o seu último dia neste planeta, partindo rumo a outros mundos do imaginário colectivo, talvez de cavalos alados.
Deixou vários registos de mundos fantásticos e ilusórios, que recriou com imaginação desde os seus 18 anos. Figura ímpar da corrente BD Franco-Belga, este francês traçou as primeiras linhas com que se ilustraram filmes da ficção pura, como "Allien", e uma quantidade de ambientes surreais que inspiraram outros criadores e desenhadores de universos surpreendentes. Foi um desenhador, que abordou vários temas, com tal capacidade criativa, que fica no registo dos mais memoráveis contadores de "Estórias aos Quadradinhos". Moebius... a fita em tira, entrelaçada de Banda Desenhada.
domingo, 4 de março de 2012
Cara a Cara
Julian divulgou informações de interesse publico, sobre grandes corporações e foi considerado malfeitor e pirata. Mark dessiminou a "facebook", engendrou um filme, entrou com a empresa no Mercado de Valores (a Bolsa) recolhe informações cadastradas em vários ítens de interesse dos internautas na rede social, vende essa informação (privada) a grandes empresas e consideram-no o Homem do Ano 2011.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
sábado, 18 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
A Impostura da... Ideologia Económica $$$
Com a falta de uma visão estratégica para a Europa, uma pergunta está no ar; António Vitorino formulou-a: Uma Europa Alemã?
A resposta não encontrou ainda os políticos à sua altura.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
U.E. O Berço da Civilização
65% da economia do €uro segue para a Rússia e Noruega
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A Europa, como berço da civilização e do progresso do rumo democrático dos povos, precisa despertar. Acordar para o pesadelo que se agiganta desde 1990 - a economia energética. As apostas dos especuladores fixaram a meta dos 200 US$/Barril de petróleo. Jogaram assim com o desiquilíbrio de forças monetárias, que acabaram por corromper a estrutura dos estados soberanos, endividados que ficaram à mercê dos empréstimos usurários de especuladores apátridas. Este desiquilibrio remanescente encheu os cofres de países exploradores da condição humana e atiraram para o abísmo os povos defensores da democraciacia e do desenvolvimento, e mesmo o país berço da civilização - a Grécia.
O economista Medina Carreira alertou as forças políticas para o problema da decadência Europeia. Na última década, a evolução dos países exportadores de energia evoluío na direcção oposta do declínio dos importadores. Ficou exposta a dependência energética da Europa, onde estabelizar o Euro será sempre um esforço inglório, caso as élites politicas europeias não assumam a fraqueza da UE face às importações energéticas (Gás da Russia e Petróleo Árabe) e delinie estratégias para combater o desvio das industrias para a China e outros países asiáticos. Os gráficos representam as transacções mundiais, donde sai prejudicada a zona euro, sem que a politica da UE tenha sequer abordado este assunto... vital ao futuro da economia europeia e sobrevivência da nova moeda - o €uro. Nem a Alemanha (um dos países que menos cresce no consumo interno da zona UE) com sua forte política de exportação poderá sobreviver ao desvio financeiro das importações energéticas.
Este inverno de 2012 é uma amostra do que será a europa e o seu futuro climatérico (as correntes de frio polar alteraram as suas linhas de progressão para o centro e sul da europa) e ao mesmo tempo é um aviso sério para uma nova política global sobre os preços do petróleo e do gás. Os especuladores, que os próprios árabes denunciaram, (tanto os da compra de divisas dos estados como das transações do petróleo) devem de ser punidos, por leis internacionais, e deve ser a UE o primeiro a denunciar este verdadeiro assalto às economias do Ocidente, que ano a ano, crise após crise, regridem e travam o progresso dos pvos, atirando todo o esforço da evolução planetária, para o estado de caos em que se encontra actualmente a Grécia.
Medina Carreira alertou, para o que muitos já sabiam desde 2004, confirmado com os factos do crash americano de 2008. Devemos mudar as leis internacionais de cooperação com os países que, pela ganância do lucro fácil, apenas atrasam o progresso civilizacional... a bem da democracia e dos povos do planeta.
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68% da economia do €uro segue para a Rússia e países Árabes
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Cruzeiro p'ra Madeira
Acabou o cruzeiro "Armas" para a Madeira, o Porto pode assim avançar com a futura ligação marítima à Ilha da Madeira, a Pérola do Atlântico, zarpando da Invicta Marina do Freixo, por esse Douro abaixo, indo até ao Cais do Funchal... o nome do barco?
- O Cruzeiro "Pérola D'Ouro"!
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Mordaça na Net
Imagine a World
Without Free Knowledge
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Without Free Knowledge
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"For over a decade, we have spent millions of hours building the largest encyclopedia in human history. Right now, the U.S. Congress is considering legislation that could fatally damage the free and open Internet. For 24 hours, to raise awareness, we are blacking out Wikipedia."
Rui Veloso
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NUVEM AMEAÇA CHUVA
Ai, pr'a mim, hoje é Janeiro, está um frio de rachar...
Parece que o mundo inteiro se uniu p'ra me tramaaar!"Rui Veloso
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NUVEM AMEAÇA CHUVA
Os EUA preparam-se para aprovar uma lei que sob capa de combate à pirataria informática, vai amordaçar a liberdade da navegação na Net. Para protegerem direitos de transmissão (na ganância do lucro) de eventos desportivos, filmes, video clip's, etc, preparam a mordaça aos direitos de liberdade individual dos navegantes, na tentativa de controlar tudo e todos, tal como já o fazem nas telecomunicações.
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NAVEGAÇÃO CONTROLADA? NÃO OBRIGADA!
A Google e outros gigantes da WWW estão de luto e fizeram questão de o demonstrar, com faixas negras na home page. A world wide web nasceu e cresceu sob o mar de liberdade, onde cada navegador escolhia a sua rota de navegação. Agora parece que o mundo está a seguir as pisadas da China, num controlo desmedido sobre o que cada um pode ver ou dizer no espaço que todos queremos LIVRE! Perde com isto a democracia ocidental, pela mão dos arautos da liberdade. Curioso é que a Lei das Armas não é questionada no país de Obama... mas Portugal não é a América!
"Não há machado que corte
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Telhado no Preço da Gasolina!
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O Governo não consegue travar o ímpeto especulativo dos preços? Sobe a gasolina porque… no Golfo do México se abateu uma tempestade, ou virou-se um petroleiro no mar da conchixina, ou agora o ocidente está próximo de um conflito com o Irão? Tudo isto é especulação! O furacão Katrina afectou a população de maioria negra, não o preço do crude que por especulação subiu imediatamente.
O petróleo não vai acabar... fatalmente o que acabou foi a exploração regrada de um bem, comum ao progresso da humanidade. Foram as necessidades da guerra do golfo, a crise financeira mundial, a ambição desmedida das familias detentoras do ouro negro, até mesmo a demanda excessiva do novo capitalismo da China, que denegriram a exactidão dos preços, a justeza da exploração e transporte do vil néctar do século vinte. A Liga Árabe sempre o afirmou; "os preços são exorbitantes e especulativos". Não o sabe o Presidente, que é economista, o 1º Ministro ou todos os outros que ministram? Alguns que antes diziam cobras e lagartos da sucção dos combustíveis. Sabemos todos que a Entidade Reguladora é quem não vê, nem concertação desleal nem abuso de preços. Mas será que é preciso tirar um curso para ser administrador da Petrogal? Não basta ser ex-governante?! Ou foram governantes já, sem competências sequer para exercerem a governação?Quem da governança sabe? O ouro negro é o verdadeiro motor da economia, e esta anda pelas ruas da amargura, ou seja, anda pelas ruas. Devia estar em casa, com teto de abrigo ao devaneio da exploração da insalubre “confiance” do povinho, que tudo toma por garantido. Só que já não é o preço do barril do crude, agora é o valor da economia, do mercado petrolífero, da bolsa e do bolso, da demanda e oferta do blá blá blá… e o povo não entende mais esta Allgarviada do mercado cambial americano ou mercado do reino da Elisa ou da Bety. Em Sines os sinos tocam, avisam de pirataria na costa; Aqui D'El Rey!
É deveras confuso… para o povo! Mas… e os governantes? Melhor, os ex-governantes?! Eles entendem? Sabem? Estão preocupados, é o que dizem, e podemos todos especular o porquê. Porque, não sabem!
Se não sabem, deveriam! Eles, os que ocupam lugares na Administração da seiva da sociedade. A fonte da luz e energia das correntes marítimas e ferroviárias deste país, que se afunda em impostos de circulação. Transportem… toda a Administração para as “novas oportunidades” e apliquem o abc, do antes e o xyz do depois, do acordo ortográfico, para assim despoluírem as mentes entorpecidas pela mensalidade salarial, e quiçá descubram, após cursos e diplomas, após o exame da 4ª classe, que é hora de meter o papão dentro de casa; Debaixo de um telhado que nos proteja das chuvas e tempestades que estão no advir especulativo das estações do ano. Dar abrigo às reais necessidades... para as fábricas, as gasolineiras de fronteira, as ambulâncias, bombeiro e a própria polícia, aos vendedores de fruta e aos da peixaria… A todos e a cada um que tenha carro, que pagou impostos, que pagaram taxas e aos turistas que nos visitam ou poderiam visitar, enfim… Proteger a economia, a cidadania, desta ganancia abusiva.
Pôr um teto máximo aos preços de gasolina! Manda o bom juízo, sem apelo ou agravo!
Um canário na gaiola, para o governo, não vá o monóxido de carbono asfixiar a meta da Tróica!
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