25 de Abril - Uma homenagem à voz do povo... um poeta, contador da história que explica a Revolução, com o clamor inigualável de Ary dos Santos.
"De tudo o que Abril abriu, ainda pouco se disse/Havemos de navegar de muitas maneiras"
sexta-feira, 25 de abril de 2014
terça-feira, 4 de março de 2014
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Tordos são os Ventos....
Sãos os bandos de tordos que emigram deste país, que me fazem perceber que os ventos de Abril acabaram, esfumaram-se em nuvens de sonhos que num relampejar irónico transformaram-se em numeros. A Democracia por que tanto se lutou, nas ruas, transformou-se numa tempestade de interesses financeiros, que se desmoronaram as promessas, as conquistas de Abril, em chuvas ácidas de corrosão da Bolsa e interesses de investidores, transbordando os rios e provocando ondas gigantes de austeridades inusitadas que alarmaram a ciencia... tempos de alterações climatéricas, estes novos tempos em que se propagandeiam "novas realidades" pela boca dos novos araútos da governação... gentes pequenas de visão, incompetentes de vivência! São os números, as taxas e as estatísticas quem mais ordena, o franco misógeno alemão e florido abércula de Bruxelas quem desbrava o futuro, e morre assim toda a esperança de continuar a ser o povo" quem mais ordena. é a canção de Grândola que enrouquece perante o desvario dos mandantes da Europa reconstrfuída que aforroando-se no seu Banco Central bane à desgraça os povos que um dia sonharam numa nova europa... a cegueira dos reis que nos levam às guerras passadas de uma EUROPA que não queríamos ver ressurgida, nesta União Europeia onde partem os tordos num vôo distante, para onde o vento os leva, rumo a uma felicidade sonhada um dia, uma madrugada. Pela mentira se logra o aniquilamento de um povo, povos, de onde partem os seus mentores para distantes lugares, e com a mentira logram os incompetentes governar todos aqueles que já não possuíem as asas capazes de novos vôos. São os ventos da mudança, novos e velhos... bandos de aves que partem, de coração partido, para longe desta gente míuda que se inflama com discursos imbecis de bandeirinhas lusas acopladas na orla dos casaquinhos "made in china", vendendo a Esperança, vendendo Portugal.
Sim! Mesmo os que cá ficam, já não estão... partiram em sonhos de Camões, com os ventos da última intempérie. E não voltam mais, como não volta o tempo atrás.
Um abraço aos filhos que ficam, dos filhos que partem, com um cravo na lapela.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Por Uma União Europeia Renovada
*
A Europa está em crise? A austeridade é requisito para sair da crise? Que aconteceu ao projeto europeu para a paz e o bem-estar dos povos?
O que aconteceu foi que o povo foi expolido dos seus rendimentos e o país empobreceu para que os políticos salvassem alguns bancos, que por natureza abririam falência por seus procedimentos impróprios. Ássim se salvam também os políticos?!
O que acontece é que para que os especuladores da banca internacional, ditos investidores, pudessem manter os seus lucros com empréstimos especulativos, serviram-se de políticos e políticas da Troika e da fraqueza política da união europeia, ditando aos pequenos países para cortarem os gastos em serviços públicos e subir impostos, garantindo assim a manutenção dos seus lucros face às percas globais a que foram sujeitos com o "crash" de 2008, os gastos da guerra com o Iraque e as fugas de capitais do Ocidente para os Países Emergentes.
Foi isto que aconteceu, e por falta de visão estratégica para o futuro da Europa, o argumento político só consegue explicar que a situação económica está a melhorar, ignorando a pobreza em que as pessoas vivem, desde o aumento d a extrema pobreza à descida de condição da maioria das populações (classe média) dos países endividados (e estes são todos, incluindo os EUA).
O dito “esforço” que o povo português fez para recuperar a economia, não passa pois de um embuste, com vista a manter o status do lucro fácil na especulação do possível estado de falência do país, incongruente com uma moeda comum na EU.
O Banco Central Europeu pode facilmente gerir insolvências com a harmonização entre os países da EU, pode desvalorizar o valor da própria moeda e financiar investimentos capazes de favorecerem o desenvolvimento económico, mas isso contradita a alta finança, o lucro de poucos que muito ganham com a dita possibilidade de um Estado falir… como se isso fosse possível. Podem falir as multinacionais e as grandes sociedades de investimento, mas não será por isso que o território deixa de ter economia, troca de bens e vida própria. O medo foi e é a arma do crime. Pelo medo se leva qualquer povo a austeridade de vida. Não terás trabalho para teu sustento, é o novo dogma da arbitrariedade, como se o trabalho fosse enriquecer apenas alguns, como se a condição humana pudesse regredir à época medieval.
A agonia do capitalismo é notória, com tentativas de ditadura sobre a própria democracia, sem vergonha nenhuma na exposição dos seus intentos em governar os próprios governos eleitos…
A retórica política pode subestimar a vontade dos povos, mas o povo não ignora os seus ditadores.
A esperança nunca morre, morrem sim os ditadores, e com o tempo...
passam as agruras, a austeridade. Um povo adormecido, mesmo que tarde... sempre acorda!
A Europa está em crise? A austeridade é requisito para sair da crise? Que aconteceu ao projeto europeu para a paz e o bem-estar dos povos?
É com a penúria que saímos da crise? “Comerás o pão com o
suor do teu rosto”?, e como?, se falta trabalho e quem trabalha não consegue seu
sustento? Que faz a eleita classe
política?
O povo da não “fez um esforço para melhorar a economia"
como dizem… PROPAGAM!O que aconteceu foi que o povo foi expolido dos seus rendimentos e o país empobreceu para que os políticos salvassem alguns bancos, que por natureza abririam falência por seus procedimentos impróprios. Ássim se salvam também os políticos?!
O que acontece é que para que os especuladores da banca internacional, ditos investidores, pudessem manter os seus lucros com empréstimos especulativos, serviram-se de políticos e políticas da Troika e da fraqueza política da união europeia, ditando aos pequenos países para cortarem os gastos em serviços públicos e subir impostos, garantindo assim a manutenção dos seus lucros face às percas globais a que foram sujeitos com o "crash" de 2008, os gastos da guerra com o Iraque e as fugas de capitais do Ocidente para os Países Emergentes.
Foi isto que aconteceu, e por falta de visão estratégica para o futuro da Europa, o argumento político só consegue explicar que a situação económica está a melhorar, ignorando a pobreza em que as pessoas vivem, desde o aumento d a extrema pobreza à descida de condição da maioria das populações (classe média) dos países endividados (e estes são todos, incluindo os EUA).
O dito “esforço” que o povo português fez para recuperar a economia, não passa pois de um embuste, com vista a manter o status do lucro fácil na especulação do possível estado de falência do país, incongruente com uma moeda comum na EU.
O Banco Central Europeu pode facilmente gerir insolvências com a harmonização entre os países da EU, pode desvalorizar o valor da própria moeda e financiar investimentos capazes de favorecerem o desenvolvimento económico, mas isso contradita a alta finança, o lucro de poucos que muito ganham com a dita possibilidade de um Estado falir… como se isso fosse possível. Podem falir as multinacionais e as grandes sociedades de investimento, mas não será por isso que o território deixa de ter economia, troca de bens e vida própria. O medo foi e é a arma do crime. Pelo medo se leva qualquer povo a austeridade de vida. Não terás trabalho para teu sustento, é o novo dogma da arbitrariedade, como se o trabalho fosse enriquecer apenas alguns, como se a condição humana pudesse regredir à época medieval.
A agonia do capitalismo é notória, com tentativas de ditadura sobre a própria democracia, sem vergonha nenhuma na exposição dos seus intentos em governar os próprios governos eleitos…
O Ocidente perdendo os seus valores democráticos, torna-se
incapaz de manter a sua própria hegemonia e força de coesão económica. A europa
pode estar no seu declínio, se pela austeridade quiser manter a riqueza de um
capitalismo que apenas empobrece as nações, e este medo parece ser
desconhecido pelos responsáveis políticos do rumo da UE, preocupados que estão
em espalhar o "medo" da insolvência, o "medo" da falência do Estado, o "medo"da falta de dinheiro.
A moeda é única, mas os lucros e usufruto do seu valor é só
para alguns, os mesmos que espalham medos insólitos e governam lucros absurdos
que subtraem da economia real para proveito próprio, nas aplicações financeiras
especulativas, juntamente com os grandes bancos e seguradoras que não se
regulam pelas regras da democracia, mas sim por um capitalismo selvagem, que
apenas leva à verdadeira penúria do esforço comum dos povos. Hoje a guerra não
é entre as nações europeias, como foi na 1ª e 2ª G.G.M., é entre a ideia de uma
europa comum democrática e desenvolvida e uma europa subjugada ao capitalismo
desenfreado e anónimo.A retórica política pode subestimar a vontade dos povos, mas o povo não ignora os seus ditadores.
A esperança nunca morre, morrem sim os ditadores, e com o tempo...
passam as agruras, a austeridade. Um povo adormecido, mesmo que tarde... sempre acorda!
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Mira...Ó p'ra eles!
O mestre do surrealismo lendo a notícia da venda das obras de Miró, no TGV Porto-Vigo
*
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Um ...FELIZ NATAL
Vogamdo pelo cosmo, um meteoro rumou na direção do sistema solar, e passando pela Terra com o explendor das brilhantes estrelas cadentes, veio anunciar aos sábios da humanidade, um novo mundo. Na memória colectiva da Cristandade, ficou gravado a noite do nascimento de uma nova era... Peixes!
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Direitos Individuais de Cidadania, SIM!
A democracia não se extingue no Voto! Os direitos da cidadania são igualitários, a Liberdade Individual deve ser defendida, independentemente das acções de lobbys e intenções moralistas alheias... Nova York despertou para o abuso dos governantes na legislação proibitiva do tabaco, tudo começou nos EUA, agora é vez da Europa despertar para a propagação da mentira e conspiração do "Fumar Mata", que serve apenas para limitar direitos do cidadão e constringir o livre arbítrio da sua vontade pessoal. Be Free!!!
terça-feira, 26 de novembro de 2013
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Pelo Direito à Liberdade - Voltaire
O defensor da tolerância, candeia da liberdade e filósofo do iluminismo, disse;
"Não concordo com nem uma das palavras que dizes, mas lutarei com minha vida se preciso fôr, para que tenhas o direito de dizê-las".
François Marie Arouet, conhecido como Voltaire
(1694-1778)
Voltaire foi muito influenciado pelo cientista Isaac Newton e pelo filósofo John Locke.
Defendia as liberdades civis (a liberdade de expressão, religiosa e de associação). Criticou as instituições políticas da monarquia, combatendo o absolutismo. Criticou o poder da Igreja Católica e sua interferência no sistema político da época. Foi um defensor do livre comércio, contra o controle do Estado totalitário na economia. Foi um importante pensador do iluminismo francês e suas ideias influenciaram muito o ideario e os processos da Revolução Francesa e de Independência dos Estados Unidos.
"Não concordo com nem uma das palavras que dizes, mas lutarei com minha vida se preciso fôr, para que tenhas o direito de dizê-las".
(1694-1778)
Voltaire foi muito influenciado pelo cientista Isaac Newton e pelo filósofo John Locke.
Defendia as liberdades civis (a liberdade de expressão, religiosa e de associação). Criticou as instituições políticas da monarquia, combatendo o absolutismo. Criticou o poder da Igreja Católica e sua interferência no sistema político da época. Foi um defensor do livre comércio, contra o controle do Estado totalitário na economia. Foi um importante pensador do iluminismo francês e suas ideias influenciaram muito o ideario e os processos da Revolução Francesa e de Independência dos Estados Unidos.
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Escala 5 -Tufão nas Filipinas
Quando os cientistas alertaram os EUA para a evidência das alterações climáticas, o então Prisidente Bush menosprezou o relatório sobre o aquecimento global... e aconteceu o Katrina, devastador e surpreendente pela dimensão dos estragos e mortes.
*
Agora foi a Asia a ser atingida pelo maior tufão registado, com mais de 10 mil mortes nas Filipinas e 11 milhões de pessoas afectadas. É um aviso da natureza, directi à China, também atingida, para as perigosas emisões de efeito estufa que diariamente produz...
Tanto a Ocidente como a Oriente, estão feito os alertas; Salvar o Planeta. É preciso mudar de rumo, por uma consciencia global positiva, amiga do ambiente, de politicas preservadoras do ecosistema.
*
Agora foi a Asia a ser atingida pelo maior tufão registado, com mais de 10 mil mortes nas Filipinas e 11 milhões de pessoas afectadas. É um aviso da natureza, directi à China, também atingida, para as perigosas emisões de efeito estufa que diariamente produz...
Tanto a Ocidente como a Oriente, estão feito os alertas; Salvar o Planeta. É preciso mudar de rumo, por uma consciencia global positiva, amiga do ambiente, de politicas preservadoras do ecosistema.
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Greve, Sim...Pim!
GREVE com imaginação… SIM! Greve brejeira… Não!
A greve é isso mesmo, uma coisa séria, não leviana e
trivial. È uma objeção da cidadania.As greves dos transportes e muitas outras, de cariz reivindicativo no espirito de Abril, devem ser mais criativas. Não devem afetar os utentes e cidadãos em geral, mas a direção ou patrões que afetam ou usurpam os direitos que os trabalhadores conquistaram por dignidade. Mas como as greves são inócuas, caíram na rotina…
Usem da imaginação, até da fantasia, mas acordem de vez o sono dos pretensiosos, façam ouvir a voz do povo que tem sempre a visão profunda da verdade.
Lutem, como se defendessem no seu interesse, a defesa dos
interesses dos outros. Mas não prejudiquem o pobre alheio. Usem sempre a
imaginação; Nos transportes, podem manter-se nos postos de trabalho, autocarros e comboios, mas
não cobrem bilhetes, ou podem paralisar serviços de cobranças, com pagamentos
posteriores, mas sem juros ou coimas, podem sempre precaver os atendimentos de clara
necessidade dos cidadãos, mas com solidariedade ao próximo, que esse não é quem o
prejudica. Se fizeram deste país uma bolsa de valores, lutem então contra os
agiotas, as transações de valores morais, os acionistas da exploração e
os especuladores da desgraça. A luta contra a cotação do mal comum, apenas defende o bem social da mentira e do roubo.
Arranjem novas palavras de ordem, se “Morra o Dantas, pim!”
é história, digam "morra a Troikachita, pum"! Acabem com ela, essa maldita infiel, que não é
nem padeira de Aljubarrota nem de Bruxelas, nem de couve alguma. É sim, o manifesto da batata,
da falta de solidariedade, mais que gulosa e gorda, é sôfrega e anafada, mulher
de má fama e postura desavinda. Quem nos ajuda a empobrecer, não nos dá ajuda
nenhuma, e não pode ser séria, sendo até grave que a tal bitola se peça ajuda, por
tal, agravem na Greve, a extensão da revolta, pintem nos cartazes "NOJO", e "ASCO".
Digam bem alto o que lhes gritar na alma!
Alunos, professores, filósofos, cientistas e
autodidatas…GREVE! SIM! Porque, o povo é quem mais ordena… Sempre pelo sonho da
madrugada de Abril.
Um advogado em greve pode apresentar-se perante o juiz com uma
laçada na boca, por exemplo a própria gravata. Um enfermeiro pode estar no
trabalho, mas de luvas de boxe. Um piloto da TAP pode chegar ao aeroporto com
uma grade de cervejas, meias bebidas meias por beber. Os Correios podem mandar
um postal para os locais descritos na correspondência, com uma frase “Desculpe,
mas estamos em GREVE”. Os varredores podem estar nas ruas com um pincel na mão,
e em pose altaneira pintarem a sujidade das ruas com cores primárias, mostrando
a todos o lixo que parecem não ver no dia-a-dia, graças aos seus serviços. Os
pescadores podem fazer, após a faina, frente às lotas uma “Sardinhada Geral”, para
toda a população. Os da Polícia podem aplaudir quem estaciona em contravenção,
em vez de multarem. Até os jornalistas podem escrever em branco na sua caixa de
informação ou crónica, os artistas apresentarem-se em palco sempre sentados,
lendo um qualquer livro. Até um médico pode refugiar-se nas urgências e esperar
o dia todo que lhe passe as dores de estomago… etc, etc.Tudo isto é fado, mas não se aplica a políticos ou partidos, que a esses, arautos do poder, pelo seu pendor de prestação de um serviço cívico e público, devem manifestar-se sempre no seu local de trabalho, tanto no governo como na Assembleia da Republica, a casa da defesa da cidadania, por excelência.
Quando os órgãos de poder não defendam os interesses dos seus concidadãos, façam GREVE!
Mas façam greve, sempre, como quem luta pela justiça, do
presente e do futuros, pelos seus direitos e dos que amanhã estarão no seu
lugar, lutando sempre para que as conquistas conseguidas no passado não se
percam pelos meandros da ganância do capitalismo ignorante e selvagem, sempre àvido
de mais lucros para o seu pecúlio... Greve, Sim, pim…! Pelo direito ao trabalho,
e à felicidade. Mas não à maçuda descida às ruas, gritando palavras que já
ninguém ouve, abafadas pela sensação de repetida impotência, com multidões que
enchem os écrans de televisão que se esfumam no dia seguinte, no mesmo horário
onde passam as novelas que adormecem a vontade e empobrecem o espírito. Sim,
greve é acordar um povo, uma nação, quiçá uma União Europeia adormecida.
domingo, 27 de outubro de 2013
Bye Lou...
Lou Reed * (R.I.P.)
Lou Reed com o Album "Transformer", produzido por David Bowie, transformou a arte e conceito do próprio som do rock, "Walk on the wild side". Inspirou toda uma geração de músicos dos anos 70/80, e com a sua morte, e após a partida de outra lenda do rock, o grande J.J.Cale, fica o registo da obra, do poeta da vanguarda rock... Um Lou Reed que antecipou com sua musica, a própria Transformação e rEvolução da atitude do Rock'n Roll... Just a "perfect day" forever. Bye Lou...
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