Se a crise é financeira, os Bancos e a Bolsa que a paguem... Não Roubem os Cidadãos! Basta, Já!
sábado, 29 de setembro de 2012
Europa do Sul... Cidadãos Unidos
Se a crise é financeira, os Bancos e a Bolsa que a paguem... Não Roubem os Cidadãos! Basta, Já!
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
domingo, 9 de setembro de 2012
terça-feira, 28 de agosto de 2012
OVNIS nos Jogos Olimpicos 2012
OVNIS filmados na abertura dos Jogos Olimpicos, não foram alvo de nenhum debate e parece nem ter suscitado interesse... isto é natural? .Dois objectos sobrevoam o estádium no momento do fogo de artificio, Veja os vídeos já editados no YouTube
domingo, 12 de agosto de 2012
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Pequenos Grandes Guerreiros
OS JOGOS OLIMPICOS 2012
Abertura Oficial dos Jogos Olímpicos... entram os "guerreiros" na arena do mundo moderno, surgem de dentro da montanha, outrora campos verdejantes. Onde se situava o Éden, das raízes da Arvore da Vida, brota a força do trabalho, na emancipação do Homem, pela construção da civilização da era moderna, pelo progresso de uma nova Terra.
Perante milhões de olhares de todo o mundo, surgem os mineiros, na transformação da paisagem da terra, os Arautos da Olímpica manifestação do trabalho humano... os engenheiros da era industrial. Começaram os Jogos Olímpicos...
São os voluntários, os que enaltecem o espírito da competição: Pela Pax!
Abertura Oficial dos Jogos Olímpicos... entram os "guerreiros" na arena do mundo moderno, surgem de dentro da montanha, outrora campos verdejantes. Onde se situava o Éden, das raízes da Arvore da Vida, brota a força do trabalho, na emancipação do Homem, pela construção da civilização da era moderna, pelo progresso de uma nova Terra.
Perante milhões de olhares de todo o mundo, surgem os mineiros, na transformação da paisagem da terra, os Arautos da Olímpica manifestação do trabalho humano... os engenheiros da era industrial. Começaram os Jogos Olímpicos...
São os voluntários, os que enaltecem o espírito da competição: Pela Pax!
Do profundo da Terra, abre-se a caixa de Pandora
.
Abertura dos Jogos Olímpicos: A mística Árvore da Vida que guarda o "Conhecimento" no Paraíso, de onde o Homem é expulso, condenado a sobreviver pela força do seu trabalho! (A árvore eleva-se e abre-se da terra o buraço onde nascem os homens).
Das profundezas da terra, brota a lava e o ouro, o brilho do fogo que causa todas as tranformações de Gaia. Diz-se, na mitologia Grega; "no princípio surge o Caos, e do Caos nasce Gaia..." a Mãe Terra do Olimpo.
Mas é com "o furto do fogo divino, com o qual Prometeu presenteou a Humanidade", que surge a pandémica construção do mundo e emancipação das raças e povos...
quarta-feira, 18 de julho de 2012
A Linda desCalçada Portuguesa...
passeio das ruas da cidade do Porto
.
.
Sei mais depressa como andam os mercados, se nervosos ou apenas "preocupados", do que como anda a minha cidade, ou de como se anda na minha cidade... anda-se mal, por passeios com buracos. São pequenos, mas estão lá!, à espera do primeiro incauto, do primeiro salto, que passe. São as chamadas minas dos passeios, perigosos para os pequenitos e para as damas de salto agulha. Não bastava que as ruas fossem de paralelo, agora são as tampas que "não estão lá"... as tampinhas dos SMAS... desapareceram! Foi roubo, às claras, do dia para a noite, rumo ao mercado do ferro-velho, mesmo que, com ferro novo das novas tampas, postas recentemente pela CMP e que agora fazem parte do imaginário dos esgotos, roubado por alguma "seita do leste" ou "tugas do faroeste", cansados de levar escondidas as antigas tampas pesadas dos boeiros (as tampas grandes eram possivelmente dificeis de transportar) que agora são mais faceis de transacionar... por esses mercados da bolsa do ferro-velho. Agora que ficaram os buracos, que ninguém parece notar, ou investigar tal surrupianço, que resta à Câmara fazer; E tu e eu o que vamos fazer... Talvez F... Talvez, diria P. Abrunhosa!
sábado, 14 de julho de 2012
segunda-feira, 2 de julho de 2012
sábado, 23 de junho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Portugal - Euro 2012
"Vamos lá cambada, todos à molhada... isto é futebol total!"
E o sonho foi desfeito com o apito do árbitro da truka-troika
domingo, 10 de junho de 2012
PORTUGALidades
Até onde o mar chega, foi Camões, levando consigo a Pátria, na língua que engendra novas culturas e novas civilidades. (Ilha de Moçambique)
segunda-feira, 4 de junho de 2012
quarta-feira, 30 de maio de 2012
A Máquina da Crise
Kubrik anteviu a realidade urbana dos nossos tempos. Com imagens que refletem o medo e a violência do período em que foi concebido "Laranja Mecânica", apenas plasmou no cinema os reflexos do desemprego em massa, a decadência da moral e costumes, alertando para o perigo das pretensões liberais e conservadoras, em tirar proveito de uma situação de crise (a actual crise económica europeia) para castrar a própria ética democrática.
Uns poucos farão fortuna, com a crise económica de muitos, cidadãos europeus despojados dos seus direitos. Outros, pela revolta, poderão levar a Democracia ao seu próprio suícidio, à abnegação da própria cidadania europeia... a cícuta foi assim dada à Grécia. Tudo isto, sem guerras declaradas, apenas pelo receio das incertezas do futuro.
A certificação do medo!
Engendramos inimigos invisíveis, e poucos são os "druguis" de Alexander DeLarge (Alex, no filme) capazes de resistir à tentação no mergulho colectivo da destruição, de destruir o maior bem da humanidade... a capacidade de sonhar, pretender um futuro melhor.
Uns poucos farão fortuna, com a crise económica de muitos, cidadãos europeus despojados dos seus direitos. Outros, pela revolta, poderão levar a Democracia ao seu próprio suícidio, à abnegação da própria cidadania europeia... a cícuta foi assim dada à Grécia. Tudo isto, sem guerras declaradas, apenas pelo receio das incertezas do futuro.
A certificação do medo!
Engendramos inimigos invisíveis, e poucos são os "druguis" de Alexander DeLarge (Alex, no filme) capazes de resistir à tentação no mergulho colectivo da destruição, de destruir o maior bem da humanidade... a capacidade de sonhar, pretender um futuro melhor.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Contos Populares em Euros
O pior dos portugueses, no capítulo da exploração, encontra-se na exploração da sua própria gente.
"Alan Perkins revelou perante o Tribunal do Barreiro que o então ministro do
Ambiente José Sócrates era identificado como Pinóquio" (in Visão; Ler mais.) Sobre o caso Freeport no País das Maravilhas Foi Noticia em 2009 ...
segunda-feira, 21 de maio de 2012
D.Trevisan - Prémio Camões
Dalton Trevisan, brasileiro de Curitiba, foi premiado com a "pala" de Camões, distinção máxima da literatura da esfera lusitana, pelos seus contos, curtos, e certeiros na mira das sociedades contemporâneas, na morte, lenta e decisiva (Uma Vela Para Dario), da moral, na eficaz crítica sobre a falta de ética e empobrecimento dos valores da humanidade. Foi por essa razão que o evasivo "Vampiro de Curitiba" foi agraciado. E por bem o foi!
.
Duílio Gomes descreveu sobre Dalton Trevisan (em 1925), deixando claro porque o chamam de "O Vampiro de Curitiba".
"Seu nome: Dalton Trevisan. Seu instrumento de trabalho: o conto. Sua vítima: o leitor incauto. Sua meta: amedrontar, deliciando. Sua cara: pouco veiculada. Seu endereço: desconhecido. Seu diálogo com o público: um monólogo interior. Sua foto mais conhecida: a tirada por um repórter com tele-objectiva atrás de uma árvore numa tarde de outono. Seu número de telefone: nem mesmo sua família o sabe."
.
Duílio Gomes descreveu sobre Dalton Trevisan (em 1925), deixando claro porque o chamam de "O Vampiro de Curitiba".
"Seu nome: Dalton Trevisan. Seu instrumento de trabalho: o conto. Sua vítima: o leitor incauto. Sua meta: amedrontar, deliciando. Sua cara: pouco veiculada. Seu endereço: desconhecido. Seu diálogo com o público: um monólogo interior. Sua foto mais conhecida: a tirada por um repórter com tele-objectiva atrás de uma árvore numa tarde de outono. Seu número de telefone: nem mesmo sua família o sabe."
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Somos Portugal, Somos Mundo
Grécia deu-nos a Europa, Portugal deu-se ao Mundo.
Da Europa, um só povo une, todos as regiões do sul, todas os
lugares da Atlântida e confins do Oriente. Um só povo reúne, no seu vasto mar, as índicas águas que apontam a terra e nela abraça com sua bandeira, os povoados gélidos do norte,
as florestas e os desertos africanos, todos os lugares esquecidas gentes
encontradas. Um só povo europeu é maior que seu território… um povo que é, Portugal!
Sussurra-me ao ouvido, um país, onde não esteja um português,
por entre os quatro cantos do mundo e mais, talvez...
Em todos eles
estivemos ou estamos ainda, sem a estranheza dos que não se mesclam e se
embebem na cultura das gentes locais. De todos somos um pouco, em todos estamos, com
propriedade, estivemos ou estaremos sempre. Se um houver, um que não seja
pertença nossa, é porque não é nem terra nem mar, e de lá nada existe a que
possamos chamar lugar, pois que, se um houvesse, um que fosse, por mais distante
e ínfimo que sendo… lá estaria um português, um só, que bastasse. Não somos o dono nem escravo, mas estamos lá, em todos os continentes e ilhas, simplesmente.
Somos assim… agora, velha Nação na 3ª idade geofísica das
nações, mais velhos e conhecedores. Partimos para o mundo e em o descobrindo,
descobrimo-nos. Sempre que regressamos trouxemos a descoberta connosco e
partilhamos esse sabor da novidade, uns com os outros. Apreendemos e com todos
eles aprendemos, outras razões e outros saberes, que nos fortaleceram a
solidariedade da partilha. Demos o nosso povo ao mundo e doutros povos nosso
fizemos, e tudo apenas, porque pertencemos ao Mundo e este nos pertence.
Se primeiro quisemos ser livres, na independência de um povo
que pretende escolher sua historia, logo depois que fomos Portugal, estivemos juntos com os povos que trilham, a rota da sua própria lavra, em contenda com os que
sonegam as soberanias, a liberdade, a independência. Por vezes iludidos na forma,
por vezes na certeza do agir, fomos sempre e sem igual, os batedores das
fronteiras, os primeiros bandeirantes no desbravar da rota da humanidade. Conquistamos
novas terras sem ser conquistadores. Irmanados pelo mundo, conhecemos novos
deuses, sem indagar Zeus, Alá ou Buda, questionando só as marés.
Estivemos ao lado do povo de Timor, chorando as mesmas
lágrimas e rebombando o tambor da mesma guerra, a da liberdade. Pela fé
timorense peleamos, por nossa própria convicção.
Juntamos a nossa, à
mesma raiva do povo da Palestina, na angústia sofredora do seu makba (tragédia) e
exorcizamos a nossa desdita Cruzada, defendendo a mais fraca das partes irmãs, na solidariedade da contenda fratricida. Quisemos que a paz desse abrido aos privados do seu tecto, os
que fugiram de suas casas ou por lá ficando intimaram íntifadas, na perfídia dos escravizados, pela mesma
cultura que em tempos também tomamos por nossa, quando esta também sofria, no Êxodo, a perseguição. Tudo isso porque sabíamos das terras nascentes do Nilo, conhecíamos já as privações da Lusitânea.
Entre Árabes e Judeus, estará sempre um português… Assim o quer o destino, Oxalá o queira a Pax. Desde as Cruzadas que aprendemos, a amar e a combater moiranas e os mouros. Guardamos seus mitos na nossa génese, com eles espalhamos outra visão do mesmo Deus no mundo e ainda hoje, nas calçadas da Mouraria, sob a luz ímpar da cidade das Sete Colinas, o vento do Sul vem soprar a roupa nos estendais, como um gemer de fado distante, quente e suplicante, num sopro arfante de Cavaleiros do Templo ainda por chegar, ao porto de abrigo... ao Graal.
Entre Árabes e Judeus, estará sempre um português… Assim o quer o destino, Oxalá o queira a Pax. Desde as Cruzadas que aprendemos, a amar e a combater moiranas e os mouros. Guardamos seus mitos na nossa génese, com eles espalhamos outra visão do mesmo Deus no mundo e ainda hoje, nas calçadas da Mouraria, sob a luz ímpar da cidade das Sete Colinas, o vento do Sul vem soprar a roupa nos estendais, como um gemer de fado distante, quente e suplicante, num sopro arfante de Cavaleiros do Templo ainda por chegar, ao porto de abrigo... ao Graal.
Fizemos as viagens forjadas pela espada e pela Grei, fomos
até à distância de sonhos por revelar, e na viagem levamos sempre no coração, a
terra, onde muitos não regressaram, mas que outros em chegando, ditaram com
novos mapas, o saber de outros mundo e novas gentes. De toda esta partida, regulamos no
tabuleiro das nações, a chegada a outra era, a do mundo esférico e global.
Fomos pioneiros e arautos e portanto fomos Portugal, mas por
sê-lo, perdemos com a náusea do ondular dos mares, a noção do domínio feudal,
depois que navegados, quisemos apenas, a calmaria das praias, em lá chegando,
encontrar e ser gente, ser pertença da terra.
Nas velas, com a Cruz, abertas ao
vento, rumamos as naus, em direção ao sonho da chegada, ao mundo das nações, à plêiade
em formação das novas cidadanias, às terras de Santa Maria, às novas cidades
por construir.
Mas fomos ainda mais longe… às terras do longínquo oriente,
de quem abonámos a primeira existência, aqui nas terras da velha Europa*. Fomos
até ao distante Tibete dos monges, que habitam na pureza da unidade singular, lá no alto,
onde se tocam o sol e a montanha. Vimos este povo ser engolido pelo grande Dragão
Chinês, e como que por encanto mágico, atámos os seus ideais à génese do nosso próprio
saber. Na desigualdade desta luta por uma autonomia, trocamos a nossa tristeza
pela sua jovial alegria, e bebemos ensinamentos de uma milenar sabedoria, que
brilha ainda nos olhos dos homens santos, numa esperança sofrida… expatriada do
povo perdido por entre as montanhas sagradas, tal como se perdiam os
marinheiros nos mares de Neptuno.
série documental RTP2, "Viagem dos Jesuítas Portugueses", de Foral de Ideias
.
Apenas porque somos Portugal, somos também os servidores da
mística humana, do Reino de Prestes João, o último dos reinos de Aquém e
Além-Mar. Por utopia somos também a Grécia dos deuses, que engendraram as novas
divindades, somos o povo fazedor das novas nações, por entre a descoberta de
novos mundos. Exaltamos uma nova Rainha dos Céus e prostramos a seus pés, a Coroa
do Reino da terra e dos mares, em honra da Restauração da Independência (1640)
usurpada. Assim, livres, nos demos ao mundo e nessa entrega herdamos toda a
terra, as derrota e vitórias de todos os povos, inscritos no azimute da Esfera
Armilar, que acena na bandeira de Portugal…
O fundador do Condado Portucalense, El’Rey D. Afonso Henriques cumpria, enfim, o Reino do Portugal e
dos Algarves, e o porvir do Império de Portugal Aquém e Além-Mar. Perdido o
Império, fica o Portugal do Mundo, do Além-Fronteiras, na mística face com que
a Europa fita o pôr-do-sol, fica a Língua da Pátria Mãe… deusa Gaia, fitando o
horizonte global do Atlas.
Por Ti, Mundo… Por Tu, Gal!
Somos assim, o Mundo, quiçá, talvez mais…
------------------------------------------------------
Obs. As ordens religiosas foram de extrema importância para
o Imperio de Portugal.
*Os Jesuítas portuguese foram os primeiros a chegar ao reino
distante do Tibete. Estevão Caçela
foi o primeiro ocidental no Tibete, em Shigatse. António de Andrade o primeiro narrador dos hábitos e costumes do
povo tibetano, deu a conhecer à europa de 1600 os deuses e crenças dos monges
de manto amarelo. Por esta altura Portugal era, dos povos da europa, o mais
avançado nos contactos com outras civilizações e povos, graças ao
empreendimento dos Descobrimentos,
visionado pelo Infante, da Encíclica
Geração, D. Henrique, da Dinastia de
Avis.
MIM
Subscrever:
Mensagens (Atom)



















