


As 4 eras da terra passaram... A 5ª idade (de que falou Fernando Pessoa), chegou... e com a Nova Era veio a nova consciência planetária. Aquário é o seu simbolo (signo), para compreendermos - os novos sinais do mundo - basta atentarmos à realidade diversa que nos cerca. Uns chamam-na de globalização, outros querem-na mais solidária, um planeta mais verde e saudável... tudo, é só, mais um passo, do rumo planetário, no seu percurso pelo cosmo. Já ninguém se lembra da Era Dourada, ou da Primeira Idade (Primordial), o esquecimento faz a humanidade correr e avançar rumo ao infinito... Até lá, naveguemos por águas calmas! Os conflitos geram perturbação na correnteza das águas, e estas podem tornar-se diluvianas, pois que é o tempo de Aquário - o que encerra e envolve, todas as espécies de seres vivos - do planeta.
(Clique na imagem para ampliar e ver em pormenor) 
.jpg)
Uma banda composta por cientistas do centro de investigação da Antárctida -British Antarctic Survey (BAS) - participa na mega operação multimédia "SOS Earth" (Salvem o Planeta), a partir do próprio pólo sul, lá para o fim do mundo onde o continente mais pequeno do planeta, coberto de geleiras ancestrais, rodeia o ponto a que Arquimedes dizia poder com um dedo sustentar o mundo. Várias estações transmitem esta Live Earth - audiência estimada de 2 mil milhões de pessoas... isto é uma nova consciência planetária, um novo Live AID!
(1985 contra a fome em Africa)
Pormenor de pintura do artista auto-didata, Joaquim Fino. A arte de um Alentejano radicado na bela Ilha da Madeira. A paleta das cores surge como massa fermentada na arte contemporânea, evocando por vezes o período áureo e bucólico de Monet e outros impressionistas. Fica o registo. CCB - Comunicação e Cultura no Blog

Uma guerra de civilizações, é também uma guerra de religiões, tendente à prevalência de uma moral sobre outra. Os interesses são económicos, mas também civilizacionais. O poder militar apenas abre o caminho à expansão dos conceitos que prevalecem sobre o lado mais fraco, ou preconceitos. A religião padroniza a moralidade e subjuga a parte vencida, manietando-a. O vencedor escreve as novas páginas da história, onde o vencido toma a face da ignomínia. Mas de tudo isto, o que prevalece íntegro num mundo "global", é que todos os povos têm direito à diferença. Daí a razão da guerra ser sempre injusta, e a oralidade dos filósofos ser apenas o contraponto aos senhores da guerra. Os Historiadores verão nisto, sempre, um passo mais na "civilização", esquecendo que só contam a "história" por fazerem parte do lado que prevalece... por essa razão, muitas civilizações desapareceram, outras nem testemunho deixaram. Para elas "o fim dos tempos" chegou com a mesma voracidade com que se lançam as guerras, em demanda de uma pseudo "cultura superior", ou superior poderio bélico. A verdade da guerra, será sempre a incapacidade do Homem viver em igualdade com o seu semelhante. E quem viverá é sempre um desígnio desconhecido do presente.Uma frase ressalta d'O Quinto Império Português; "Quem vem viver a verdade, por que morreu D.Sebastião? "
Sobre tudo isto, os diferentes povos têm direito a saber, é do seu futuro que se trata, do futuro da humanidade, da evolução das civilizações que habitam este planeta!
Análise Temática
Quem se lembra de como foi o Iraque? Quem se recorda de uma das sete maravilhas do mundo? Da Babilónia, nada resta dos jardins suspensos, hoje é mito. E a cidade de Ur, hoje é ruína?
O Continente da fome, acalenta o dinheiro dos barões guardado nos bancos. A morte impera não só pelas armas... até quando, até quando, África do ouro reluzente e do ouro negro. Da terra poderá um dia nascer o trigo? Da riqueza só de alguns, poderá surgir ainda a esperança... nos meninos à volta da fogueira? A grandeza por vezes está na "pena" do poeta, e a canção de África é um lamento que dura já demasiado tempo, até à rouquidão, suspira: - Ajudem! Help!